Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!

sexta-feira, dezembro 22, 2006

É natal, época de você receber muitas mensagens.


Eu fiquei dias pensando em escrever algo de diferente pra essa data... mas nada! Pode ser falta de inspiração, mas me ocorre que tudo que se deveria dizer sobre o natal foi dito antes mesmo do nascimento de Jesus.


Então, ao invés de criar algo novo, eu preferi relembrar junto a você o porquê do natal. Que tal tirar alguns minutos para tanto?


Isaias 9


O povo que andava em trevas viu uma grande luz; e sobre os que habitavam na terra de profunda escuridão resplandeceu a luz. (verso 2)


Tu multiplicaste este povo, a alegria lhe aumentaste; todos se alegrarão perante ti, como se alegram na ceifa e como exultam quando se repartem os despojos. (verso 3)


Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o governo estará sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai Eterno, Príncipe da Paz. (verso 6)


Um feliz natal pra você, sua família e todos a quem ama!

quinta-feira, dezembro 14, 2006

Explosão blog!

E a quantidade de blogs amigos continua a aumentar. É uma profusão de posts das mais diversas formas, nas mais diversas formatações e estilos, mas sempre de gente querida que sempre tem algo a dizer, e diz!

O mais novo é esse aqui. Visitem e favoritem à vontade, confiram também aqueles outros que estão no canto direito da tela.

terça-feira, dezembro 12, 2006

Atlas


Injustiça.


Sim, injustiça.


Sei que não sou inocente, que da minha boca saiu engano, que meu coração é cheio de malícia, como a dos homens, bem como de seu orgulho e insolência. Pois eu que deveria ser o exemplo, pago o preço do meu desejo, dos conflitos que causei, de querer ser maior do que me permitiram ser.


Hoje, todo o peso do firmamento está sobre meus ombros, este mundo que desprezo, tão inferior em qualidade é este meu fardo de cada dia.


Por isso mesmo, tão injusto.


Olho para os homens e vejo tanta maldade que, mesmo tendo cometido meus crimes, tremo ao observá-los. Tenho a vontade de largar esta esfera, deixar que ela espatife-se pelo seu descaso, pelas obras desses homens que nunca saciam pela vantagem, pela corrupção, pelo conflito, pela guerra.


Tolos! Se ao menos vissem o meu exemplo! De como busco redenção sendo servo ao suportar seus fardos, os fardos de todo esse mundo que odeio! A cada dia ouço os conselhos das minhas dores, os nós em minhas costas me ensinam constantemente. Por que estes pequeninos não desejam aprender e esquecem das lições aprendidas?


Por que tamanha pequenez pesa tanto em minhas costas?


Injustiça, tamanha injustiça!



Não entendeu nada? Olhe aqui.

segunda-feira, dezembro 11, 2006

Desde ontem a Terra é um planeta melhor. A morte de Augusto Pinochet elimina do planeta talvez o maior bárbaro da história contemporânea, depois de Adolph Hitler.

A se lamentar que em toda a sua vida nunca sentou no banco dos réus, nem mesmo pela ação das justiças inglesa e espanhola. Mas o julgamento divino, esse fiel e justo, o sr. Augusto irá certamente responder.

A contrariar a postura de vários cidadãos chilenos que tinham no velho general um herói nacional, marcado pelo desenvolvimento nacional. Nada , mas nada mesmo, justifica a tortura e a barbárie cometida sob seu comando.

Falando de heróis e terminando com uma nota feliz, leiam essa notícia.

terça-feira, dezembro 05, 2006

Som na caixa, seu mané!

Respect - Aretha Franklin

(oo) What you want
(oo) Baby, I got
(oo) What you need
(oo) Do you know I got it?
(oo) All I'm askin'
(oo) Is for a little respect when you come home (just a little bit)
Hey baby (just a little bit) when you get home
(just a little bit) mister (just a little bit)

I ain't gonna do you wrong while you're gone
Ain't gonna do you wrong (oo) 'cause I don't wanna (oo)
All I'm askin' (oo)
Is for a little respect when you come home (just a little bit)
Baby (just a little bit) when you get home (just a little bit)
Yeah (just a little bit)

I'm about to give you all of my money
And all I'm askin' in return, honey
Is to give me my profits
When you get home (just a, just a, just a, just a)
Yeah baby (just a, just a, just a, just a)
When you get home (just a little bit)
Yeah (just a little bit)

------ instrumental break ------

Ooo, your kisses (oo)
Sweeter than honey (oo)
And guess what? (oo)
So is my money (oo)
All I want you to do (oo) for me
Is give it to me when you get home (re, re, re ,re)
Yeah baby (re, re, re ,re)
Whip it to me (respect, just a little bit)
When you get home, now (just a little bit)

R-E-S-P-E-C-T
Find out what it means to me
R-E-S-P-E-C-T
Take care, TCB

Oh (sock it to me, sock it to me,
sock it to me, sock it to me)
A little respect (sock it to me, sock it to me,
sock it to me, sock it to me)
Whoa, babe (just a little bit)
A little respect (just a little bit)
I get tired (just a little bit)
Keep on tryin' (just a little bit)
You're runnin' out of foolin' (just a little bit)
And I ain't lyin' (just a little bit)
(re, re, re, re) 'spect
When you come home (re, re, re ,re)
Or you might walk in (respect, just a little bit)
And find out I'm gone (just a little bit)
I got to have (just a little bit)
A little respect (just a little bit)

segunda-feira, dezembro 04, 2006

The Luckiest shot!

Desde o início do blog, tenho procurado colocar aqui fotos que me marcam pela história a ela atrelada e à sua beleza. São os chamados Lucky shots.

Agora qualquer um poderá rever vários que foram colocados aqui e muitos outros neste endereço.

Aconselho que vejam na forma de slide show, será uma experiência agradável.

quarta-feira, novembro 29, 2006

Voluntariamente presos

Hoje, a partir da reflexão sobre o texto bíblico que se encontra em Atos 12: 1- 9 – prisão e soltura miraculosa do apóstolo Pedro, fui levado a pensar sobre como sendo fundamentalmente livre, o homem, por muitas vezes, coloca-se novamente na condição de prisioneiro.


Atribuiu-se como a principal razão a esta condição a perda da perspectiva de longo prazo da nossa vida. Esquecemos de quem éramos, do que nos tornamos e, principalmente, de quem poderemos e desejamos ser. Desprezamos valores e condutas que trazem valor e credibilidade de longo prazo em troca de prazeres fugazes, cujo gosto final é invariavelmente o gosto amargo da prisão.


O resultado é que, por muitas vezes, somos participantes do patético espetáculo de desmoralização do gênero humano, cuja mediocridade (de médio, mediano) não parece contribuir com um fio de esperança sobre o futuro do planeta.


Na verdade, espera-se uma tomada de atitude, espera-se uma fuga desse sistema, um novo olhar, de maior alcance, que pense além do dia a dia, que pense num legado, não limitado a quem fica quando partimos, mas um legado que plantamos para nós mesmos no futuro, um (bom) auto-investimento pessoal.


Um olhar que, pobremente interpretado, pode parecer puritano e conservador, mas na verdade busca ser nobre e valorizador (embora não seja soberbo), acompanhado de atitudes que possam parecer estranhas, incomuns, esquisitas até, mas que na verdade são autênticas e são reflexos de se pensar fora da caixa, fora do senso comum. De ser alguém que não se vende, nem se corrompe pelo pouco que este mundo oferece.


Na verdade, um grande desafio a uma identidade real, valorosa e concreta. Só mesmo com a ajuda de Deus!

terça-feira, novembro 28, 2006

Eu tenho aprendido que todo amor possui sua cota de sacrifícios. Pelo simples fato de que se amar o outro, junto com suas imprevisibilidades, traz sua cota de surpresas, algumas vezes não tão agradáveis assim.


Eu não entendo o amor que não se doa, que não busca o bem de quem se ama, mas também não consigo entender quando existe abuso nesse relacionamento amoroso, quando apenas um se sacrifica, ou se doa muito mais que o outro.


Admito, eu já fui daqueles que colocava a quem amava em primeiro lugar, sem se importar com algo que é tão fundamental num relacionamento: a reciprocidade. Por várias vezes fui chamado de bobo e, após um relacionamento, ter a lista dos meus erros citada por meus melhores amigos. Sim, porque foi através destes que eu comecei a enxergar essa minha atitude.


Hoje, eu não entendo assim. E se nada vier, com força, me provar que estou errado, eu acredito que o amor ao outro começa na sua própria valorização, respeito e amor próprio. “Como a ti mesmo”, Ele já dizia.


Mas existe um truque aí, uma pequena sutileza, das pessoas que se amam e se valorizam tanto, que esperam apenas dos outros à parte do faça alguma coisa, afinal, essa é a palavra de ordem dos dias de hoje: ser bem servido. Esta faceta do amor próprio, para mim, existe apenas para impedir uma relação de abuso em qualquer relacionamento, onde apenas um se sacrifica e serve, para uma situação mais próxima do ideal, onde existe um equilíbrio entre o servir/ser servido de ambas as partes, onde há reciprocidade.

sábado, novembro 25, 2006

Certas épocas, certas pessoas.

Ao que parece certas épocas de sua vida têm como finalidade mostrar quão frágil esta é. Pois baseamos nossas vidas sobre pessoas e circunstâncias que, gostaríamos, nunca mudariam.

Mas aí vêm tempos que, de maneira intempestiva até, trazem mais mudanças do que nossas carcaças mortais parecem suportar. Através de ações pontuais, parece que Deus vai mostrando que é hora de escolhas, de mudanças, de maiores responsabilidades e de aprimoramentos, mesmo que você nem pensasse que necessitasse destes.

Engraçado também é quando nessas fases você acaba encontrando pessoas que fazem você olhar pros seus conceitos, suas experiências de vida, lhe desafiando a cogitar até que certas conclusões que lhe eram certas, talvez não sejam inabaláveis assim. Nesse aspecto, sou uma pessoa fortunada, cercada de pessoas inteligentíssimas, que por coincidência são meus amigos, que me tem feito pensar, pensar muito a respeito da minha vida, mesmo aqueles que não sabem. Não ainda.

De certa forma, esta é uma fase complicada, do peso das decisões nos ombros, da “bola que agora está contigo”, de não ter pressa, de encasular-se nos próprios pensamentos e encarar seu maior inimigo, que chamaria, a propósito da época que se aproxima, de “espírito do natal passado”.

Não, as duas músicas abaixo não estão ali por acaso.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Som na caixa, seu mané!

Joga - Bjork

All these accidents,
That happen,
Follow the dot,
Coincidence,
Makes sense,
Only with you,
You don't have to speak,
I feel.

Emotional landscapes,
They puzzle me,
Then the riddle gets solved,
And you push me up to this

State of emergency,
How beautiful to be,
State of emergency,
Is where I want to be.

All that no-one sees,
You see,
Whats inside of me,
Every nerve that hurts,
You heal,
Deep inside of me, oo-oohh,
You don't have to speak,
I feel.


Uma singela confissão de fé!

Tradução nos comentários.