Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!

terça-feira, novembro 28, 2006

Eu tenho aprendido que todo amor possui sua cota de sacrifícios. Pelo simples fato de que se amar o outro, junto com suas imprevisibilidades, traz sua cota de surpresas, algumas vezes não tão agradáveis assim.


Eu não entendo o amor que não se doa, que não busca o bem de quem se ama, mas também não consigo entender quando existe abuso nesse relacionamento amoroso, quando apenas um se sacrifica, ou se doa muito mais que o outro.


Admito, eu já fui daqueles que colocava a quem amava em primeiro lugar, sem se importar com algo que é tão fundamental num relacionamento: a reciprocidade. Por várias vezes fui chamado de bobo e, após um relacionamento, ter a lista dos meus erros citada por meus melhores amigos. Sim, porque foi através destes que eu comecei a enxergar essa minha atitude.


Hoje, eu não entendo assim. E se nada vier, com força, me provar que estou errado, eu acredito que o amor ao outro começa na sua própria valorização, respeito e amor próprio. “Como a ti mesmo”, Ele já dizia.


Mas existe um truque aí, uma pequena sutileza, das pessoas que se amam e se valorizam tanto, que esperam apenas dos outros à parte do faça alguma coisa, afinal, essa é a palavra de ordem dos dias de hoje: ser bem servido. Esta faceta do amor próprio, para mim, existe apenas para impedir uma relação de abuso em qualquer relacionamento, onde apenas um se sacrifica e serve, para uma situação mais próxima do ideal, onde existe um equilíbrio entre o servir/ser servido de ambas as partes, onde há reciprocidade.

Um comentário:

Terraestranhae disse...

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