Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!

terça-feira, outubro 31, 2006

Carta aberta ao presidente Lula

Tá, eu sei que ele nunca vai ler isso aqui, mas o blog é meu e eu posso ao menos escrever, tá certo?



Sr. Presidente.


Vossa excelência acaba de ser reeleito. Minhas felicitações por ter sido contemplado neste processo democrático.


Como cidadão brasileiro gostaria de lhe pedir um favor: lembre. Sim, apenas isso, lembre. Um pedido muito simples.


Lembre que existiu um segundo turno porque vossa excelência foi incapaz de chamar seu partido à ética e à moralidade, porque não o lembrou de que ele, o PT, incubiu-se, quando oposição, de ser um contraponto a todas as práticas escusas dos 300 picaretas denunciados no passado por vossa excelência.


Vossa excelência pode muito bem ser inocente e ter sido ignorante de toda a corrupção que ocorreu nas salas próximas da sua, mas de forma nenhuma poderá lamentar os “amigos” perdidos e perseguidos nas investigações. Estes não são seus amigos, vossa excelência não pode associar-se senão com aqueles acima de qualquer suspeita, estes foram traidores de sua amizade e do seu sonho de construir um país melhor.


Da mesma forma não poderá nunca se esquecer do peso de sua palavra e da sua história. Senhor presidente, vossa excelência tem a obrigação de exigir dos seus correligionários a lisura e a honestidade plenas. Essa é a sua obrigação.


Lembre-se também, senhor presidente, de quem o senhor foi. Sim, lembre-se que vossa excelência foi para São Paulo em um pau-de-arara que partiu de Caetés, que perdeu uma esposa em um hospital público e um dedo em uma fábrica. Lembre-se que já foi um sapo barbudo antes de ser paz e amor.


Lembre-se de que, se confiamos em vossa excelência é porque entendemos que seu conhecimento do que é o povo brasileiro não é teórico, mas prático. Acreditamos quando vossa excelência diz que passou fome, que não conhece bem as letras, até achamos os erros de português de vossa excelência simpáticos, toleramos os palavrões constantes e até a bebida, porque fazem de vossa excelência alguém mais humano, mais povo. Alguém que poderíamos ter conhecido alguma vez na vida, com quem nos identificaríamos e poderíamos conversar de igual para igual.


Lembre-se de quem o senhor foi para que aquele que irá se tornar seja correto. Vossa excelência, não se deslumbre! Não se iluda!


Até porque, vossa excelência, lembre-se da memória do povo. Lembre-se que é este mesmo povo que lhe deu o voto de confiança por mais quatro anos que saberá lhe cobrar e até protestar contra vossa excelência. Acima de tudo, é este povo que saberá lhe dar o devido lugar na história, como estadista, ou como vergonha nacional.


Sem mais, despeço-me.

segunda-feira, outubro 30, 2006

A classe de 86

Eu fui um calouro da classe de 86.


Quando entrei naquela respeitosa instituição (embora eu não soubesse), não pude deixar de me assustar. Tantas pessoas ali a produzir e interagir! Talvez fosse eu, na época, alguém acostumado aos pequenos grupos, aos pequenos feitos, ou talvez fosse alguém tão egocêntrico que estranhei não estar mais no centro e a ser mais um.


A classe de 86 era talentosíssima: músicos, atores, humoristas, cantores, jornalistas, lindas mulheres, rapazes cativantes... onde um jovem rapaz do “exterior” como eu não era digno de nota.


Com o passar dos anos, movido pelo mais puro instinto de sobrevivência e de propósito, consegui fazer a minha pequena parte na classe de 86. Se hoje tenho algum valor e talento, sem dúvida é porque vivi num ambiente de altíssimo padrão de criatividade como aquele.


Dois dias atrás a classe de 86 se reuniu novamente, bom, pelo menos parte dela. Pais e mães, profissionais, professores, menos cabelos, mais barrigas, crianças e as meninas, ah! As meninas! O tempo as tratou muito bem, pois todos ali ainda suspirávamos por elas.


Por elas e por todos nós, presentes ou não. Pelos bons tempos, tempos de intensa criação, realizações, de descobertas, de uma vida simples, marcadas por um espírito livre, um espírito transgressor que por algumas horas voltou a reinar.


O espírito da classe de 86.

Terræstranhæ na selva de pedra - TIM festival 2006

Esse ano o Tim festival foi considerado o mais fraco de atrações, o que eu concordo. Ano passado foi bem melhor. Por isso até não me esforcei pra comprar cedo meus ingressos pro único dia que me interessei. E o que aconteceu? Esgotaram-se quando estava saindo da letargia.

Mas não é que Papai sempre nos surpreende? Lá estávamos eu e My Dearest na Marina da Glória, devidamente credenciados com livre acesso a todos os shows, backstage e até o palco. Cortesia da minha querida paciente BP, afinal, quem não chora não mama.

Não gostei muito da casa nova do festival, que não explorou a vista da Baia da Guanabara, achei que o MAM deixava a galera mais unida, mas o esquema de vans associadas a pontos de estacionamento rotativo funcionou muito bem. Seguro e prático.

Sem papo furado, aos shows que vi.



Bonde do Role.

Funk carioca (Miami Bass) feito por indies paranaenses. Saem as popozudas, entra a pançuda, sai a melanina e entram os branquelos. Musicalmente mostra o quanto esse funk é um estilo sem desafios, o bonde só agrada a quem o vê como uma zoação e nada mais. Um puro objeto de observação antropológica e nada mais. A convidada Deise Tigrona disse que era o “novo funk”, para mim tão ignorável quanto o velho.

Mas, o que é o hype! Não é mesmo!



TV on the Radio.


A razão que me fez querer ir neste dia. O TVOTR é a fusão de todos os sons que compõem o rock até hoje. E o rock, se você não sabe, é negro. Poderia dizer que o TVOTR é o “Radiohead negro” no sentido em que é experimental, quase progressivo, porém totalmente impregnado no gospel, no soul e até no reggae. Nenhuma música é, sequer estrtuturalmente, igual a outra, a regra é não seguir regras.

A casa estava sendo colocada abaixo quando o vocalista (que colocaria junto a Corey Glover – do Living Colour – no seleto grupo dos novos grandes cantores negros de rock) diz que ao instrumentos foram extraviados (cortesia da American Airlines) e que usavam instrumentos recém comprados ou emprestados. O que me fez pensar: imagina se fosse com os deles?

Peso, harmonia, dissonâncias, som cabeça – TVOTR é para poucos, mas é fenomenal!



Thievery Corporation.




O grupo francês que fechou a noite e, portanto, o mais aguardado, foi responsável por seu “bailão lounge fumacê” que agrada durante a meia hora inicial, mas se torna chato demais na sua segunda metade.

Simplesmente porque TC não ousa, é tudo muito certinho, certinho até demais. Parece banda de festa que agita, mas é descartável.

Uma idéia que parece ser legal, só parece, é o rodízio de seis vocalistas da banda. Uma francesa, uma de origem árabe, dois MCs de ragamuffim, o percucionista e uma brasileira sem noção se revezavam de acordo com o estilo da música a ser tocada.

O TC é uma banda de bons músicos, seu baixista é excepcional, pena que com tanto recursos não ouse nem um pouco.



Outros pontos positivos do Tim festival.

O público, muito mais ligado na música do que em shows recentes.

Os palcos, maiores, feitos para não ficarem entupidos.

A vaia quando anunciaram o show intruso de Caetano.

Pontos negativos.

Não é o MAM.

A marina não foi bem explorada.

O som, ruim até pro headliner.

Frase do dia.

"Até um relógio quebrado acerta duas vezes por dia."

- Reginald Hudlin

segunda-feira, outubro 23, 2006

Lucky shot!


Caravelas, BA
Clique na foto para vê-la maior.

quinta-feira, outubro 19, 2006

Link legal

Cansado da sua vida? Quer que tudo mude e mude agora?

Seus problemas acabaram, a internet tá aqui pra isso. Esse é o endereço da sua nova vida.

quarta-feira, outubro 18, 2006

Forjando a união



Este post se relaciona diretamente com este aqui e mais este.

Jean-Paul Sartre cunhou a frase “o inferno são os outros” como o somatório de todo conflito interpessoal que marca as nossas vidas. São as diferenças individuais, aliadas ao estímulo aos relacionamentos descartáveis que fazem com que hoje as pessoas sejam mais fiéis ao seu time de coração do que às causas nobres, família e amigos.



Em contrapartida, no feriado passado pude ser testemunha ocular de como laços eternos podem ser forjados entre pessoas diferentes, de como unidade, coesão e coordenação podem existir em meio a toda essa diversidade social e pessoal.




Pude participar com um outro grupo de jovens de um trabalho na rodovia da fome, sim, foi o meu retorno, porém, mais do que interessados em números, o foco da viagem estava no impacto e na capacitação que a experiência poderia trazer aos participantes.




Talvez pelo fato da realidade do local não ser mais uma novidade para mim, embora seja sempre marcante, o que me inspira a escrever foi ter visto a transformação daqueles que estavam comigo, de como um grupo de apenas conhecidos se tornou um grupo coeso que voltou se amando e realmente unido.




Do que observei, a união começa a ser forjada pelos sentimentos, não necessariamente aqueles que nutrimos uns pelos outros, mas aqueles que temos em comum: paixões, preocupações e satisfações. No caso do grupo onde estive foi a dor em ver o sofrimento alheio e a consciência de que tinham um papel a cumprir em nome de Quem acreditam.




A união forja-se pela liderança, não apenas aquela formalmente estabelecida, mas também pela que surge momentânea e instantaneamente, sabendo-se de antemão que liderar não é mandar, mas criar condições para que as coisas aconteçam, sendo exemplo e estando envolvido. Para tanto, aprender a ouvir e saber sempre o que é prioritário é essencial para aqueles que lideram.




A interdependência talvez seja a característica mais difícil no forjar da união, mas também a mais recompensadora. Saber que o inesperado ocorre, que as coisas fogem ao seu controle e nesta hora aquele que está ao seu lado vai lhe ajudar, é rumar contra a corrente individualista dos tempos atuais e é ótimo.



A união só é possível quando o foco sai do “eu” e vai para o “outro”, ou o próximo, para ser mais bíblico. Ela só te satisfaz plenamente quando a alegria alheia existe, principalmente quando gerada por você, quando seus próprios atos de amor superam qualquer satisfação própria, afastando assim qualquer suspeita de egoísmo, egocentrismo, quando seus atos tornam-se, acima de tudo, mais humanos, mais dentro do propósito para o qual você existe.



Mas o melhor de tudo é que a união sempre desejará reforço em sua fundição, quando sempre descobriremos que estarmos juntos, da maneira correta, está longe de ser o inferno, mas um local aconchegante, perto do que pode ser o céu.






Todas as fotos deste post foram tiradas por mim na viagem à região de Teixeira de Freitas e Caravelas, BA, junto com os jovens da Primeira Igreja Batista do Recreio dos Bandeirantes, RJ. As pessoas que aparecem participaram ou foram assistidas por esta viagem.

Mais fotos da viagem aqui.

quarta-feira, outubro 11, 2006

De vez em quando as coisas tomam um rumo diferente


Na verdade é só pretexto pra homenagear o falecido Ed Bendict, criador de grande parte dos personagens da Hanna-Barbera, falecido em agosto.

Lucky shot


Porque amanhã volto pra lá e nos próximos 3 dias estarei feliz pensando e agindo em pró de quem precisa.
Conto com o seu suporte.

terça-feira, outubro 10, 2006

Plug in legal


Você que escuta seus mp3s no pc, não seria legal ter as letras das músicas no momento que você ouve?


Então vá aqui e baixe este plug in, serve pro windows media player e pro winamp também. Me pareceu ser leve e usável até em conexão discada. Tem até letras em português.


sexta-feira, outubro 06, 2006

Os dezoito anos da constituinte e o voto estranho do brasileiro

Seria difícil para toda uma geração brasileira imaginar um tempo em que votar seria algo apenas protocolar. Mas o período de ditadura era marcado justamente por uma imagem de exercício democrático, quando a população não podia votar no presidente, governador e nem em prefeitos das capitais. A eleição parlamentar, embora sempre realizada, era sempre limitada pelo poder de veto do governo executivo militar.

Como parte do processo de redemocratização do Brasil, a constituinte de 1988 (exatos dezoito anos atrás) foi marcada pela reação a tudo que o regime militar decretava. A partir desta o voto direto obrigatório para todos os cargos e um maior peso e necessidade de quorum legislativo surgiram como instrumentos democráticos anti-ditatoriais, buscando na descentralização decisória um eco do que seria a participação democrática popular.

É interessante notar que a constituinte foi marcada pelo contexto histórico de sua época e cuidou de criar instrumentos políticos para a democracia, talvez o erro, e não seria justo atribuir esta culpa aos políticos em 1988, tenha sido a ausência de instrumentos capazes de criar uma cultura política para este Brasil redemocratizado, ou a ausência de conhecimento do que seria essa cultura, se é que ela existia.

Afinal, qual seria a maior fonte de corrupção política no Brasil atual, senão o afã da conquista da maioria parlamentar?

Põem-se de lado as ideologias, a coerência filosófico-partidária (se é que ela existe) por um preço, uma emenda ou um cargo político. Chegamos a um ponto em que se ter uma ideologia política fechada (PSOL) é taxado como ridículo ou xiita, ou em que um partido outrora chamado comunista (PPS) desavergonhadamente se associa a candidatos de direita. Com a queda do PT, caiu também, infelizmente, o último bastião de coerência (pelo menos aparente) de um partido com a sua filosofia e integridade.

Mas nós fazemos a nossa parte também: votamos (digo como povo, portanto impossível não generalizar) muito mais pela aparência do que pelo conteúdo. Afinal, como justificar as reeleições de Collor e Maluf? Aliás, que belo exemplo termos no principal estado brasileiro o voto mais conservador, consagrando até mesmo Clodovil, o bom filho (da mãe dos outros, claro! – afinal as senhoras conservadoras paulistas não têm filhos bixas), como deputado. E o que a gente diz quando descobre que a surra do carlismo baiano não é bem assim como contam?

O voto se faz ouvir sim – muito baixo, o voto pune – poucos – mas pune, como puniu tanto mensaleiros, sanguessugas, como aqueles que os investigaram nas CPIs (seria a impunidade?). Os instrumentos de 1988 estão aí, presentes, atuantes e poderia até dizer – prontos pra provar sua ação anti-ditatorial (de qualquer forma de ditadura), mas o problema é mais embaixo, é na motivação de quem concorre... e de quem vota!

quarta-feira, outubro 04, 2006

O decálogo das pessoas boas

Quando crianças, somos ensinados por nossos pais a acreditar e classificar pessoas sob o conceito maniqueísta de bondade e maldade. Entendemos desde então, que as pessoas boas não são somente aquelas incapazes de nos fazer mal, mas também aquelas que trazem em si qualidades, que enriquecem aqueles ao redor, de estirpe.

Ao amadurecermos, temos na destruição desse conceito uma das mais duras lições da vida. Através das decepções com os outros e até mesmo o fascínio pelo proibido, entendemos que, na essência, a bondade não é uma qualidade, mas um exercício e que sim, as pessoas são predispostas a atos bons e maus a fim de serem bem sucedidas. O próprio Jesus, quando chamado pelo chamado “jovem de qualidade” de “bom mestre”, se exime dessa alcunha, dizendo que apenas Deus era bom.

Fica claro que o que leva uma pessoa a ser reconhecida como boa - e não má – é a influência direta do caráter, valores e interesses de cada um. Mas por que não exercitar na forma de um decálogo as características de uma boa pessoa boa? Seria um bom ponto de partida para reconhecermos e tornarmo-nos uma.

Valor – pessoas boas se importam com o que as cerca. Pessoas, coisas, situações, tudo é alvo da preocupação destas. Pessoas boas não sofrem de apatia, não tem medo de sentir, nem de seus sentimentos, mesmo da ira. Possuem valores das quais não abrem mão, pois foram arduamente construídos e não aceitos passivamente. São bem-sucedidas em áreas da vida pela simples prática destes valores.

Humildade – pessoas boas estão bem próximas da compreensão do seu exato papel no mundo e portam-se como tal, nem a mais nem a menos. Sabem do valor do aprendizado nesta vida e admitem seus erros e os erros alheios (dentro do seu sistema de valores), acolhendo ao que erra, embora aponte o erro, pois é assim que gostariam de ser tratados.

Ternura – pessoas boas sabem expressar seus sentimentos, sabem do valor do carinho, do estar ao lado, de somar. Mesmo em momentos cruciais, em decisões ou palavras duras não existe o mecanicismo, o formalismo ou o simples ativismo perante as pessoas ao redor.

Justiça – pessoas boas sobrepujam propósitos corretos à boas atitudes. Mesmo que haja prejuízo próprio e marcas, o bem maior sempre fala mais alto.

Submissão – pessoas boas sabem quando não devem ser o centro das atenções, sabem ouvir e seguir, mesmo quando sabe que certos caminhos podem dar errados (como um recurso extremo e sem confrontar seus valores), afinal, sabe que quem lidera ao erro, aprenderá com eles, como aprenderam com os seus.

Visão – pessoas boas conseguem enxergar sob pontos diferentes de vista, principalmente aqueles que não são os seus. Conseguem aliar medidas de curto prazo a repercussões de longo prazo (mesmo que instintivamente), procuram enxergar sutilezas e subjetividades no que o cerca sem em momento algum se sentirem mais sábios ou perseguidos por isto, é apenas o sucesso de um exercício de compreensão.

Perda – pessoas boas aceitam o preço a pagar para alcançar o que querem, que sempre será igual ao que acreditam.

Esperança – pessoas boas trazem em si sempre a boa expectativa, a visão otimista, às vezes até salutarmente irresponsável, em relação às pessoas e ao mundo. Sabem diferenciar os sonhos entre palpáveis, desafios e escapismos, reconhecendo que para alcançá-los, antes de mais nada, deve existir a base, o fundamento da maioria dos conceitos acima.

Post baseado na vida de EL, que aniversariou há 15 dias, em cuja vida fica claro constante exercício em ser uma pessoa boa, tornando tão fácil a confecção deste decálogo.

segunda-feira, outubro 02, 2006

Mais uma

Uma velha/nova amiga, de muito perto, mas a grande distância, que quase nunca vejo, mas muito presente começou a blogar. Tá aqui, bem no iniciozinho.

Tenham paciência com ela, porque vocês sabem que até pegar o jeito a gente leva um tempo.

F, que bom que mais uma pessoa com algo a dizer está por aqui. Sou grato a Deus por estarmos mais próximos e por poder ter mais razões pra te admirar e lhe querer muito bem.

Boas postagens!