O velho ditado diz que dinheiro não compra felicidade, mas um estudo apresentado na reunião anual da Associação Sociológica Americana, na Filadélfia, mostrou que aqueles mais ricos que seus amigos, ou seus vizinhos, se sentem mais felizes.
Segundo a pesquisa liderada pelo sociólogo Glenn Firebaugh, da Universidade do Estado da Pensilvânia, a riqueza relativa é considerada mais importante do que a riqueza absoluta.
Os pesquisadores compararam idade, renda familiar total e sensação geral de felicidade de um grupo de americanos entre 20 e 64 anos de idade.
Os resultados mostraram que, quanto mais ricas em relação aos seus parentes e amigos da mesma idade, maior a tendência das pessoas a ser feliz.
"Nós concluímos com e sem controles de idade, saúde física, educação e outros sinais relacionados à felicidade que, quanto maior a renda dos outros, num mesmo grupo de idade, menor a felicidade", disse Firebaugh.
Segundo ele, de acordo com o resultado, é possível concluir que o atual crescimento econômico dos países ricos, como os Estados Unidos, é irrelevante para a felicidade geral.
"Em vez de promover a felicidade geral, o crescimento da renda pode promover uma corrida consumista em que os indivíduos consomem mais e mais só para manter um nível constante de felicidade", disse o sociólogo.
Apesar de a renda ser considerada um fator importante, a saúde física foi apontada como o principal fator de felicidade, segundo a pesquisa.
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
segunda-feira, agosto 15, 2005
Frases (nada) imbecis que mudam uma vida VI
"Enganosos são os desígnios do coração"
"O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?"
-William Shakespeare
Nada original, pois...
"O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?"
-Jeremias 17:9, circa 603 a. C.
domingo, agosto 14, 2005
"Win the crowd!"
A frase dita à Russell Crowe em gladiador - ganhe a massa, platéia, expectadores - tinha a conotação de afirmar aquele general, traído e derrotado, c0mo rei perante o povo, derrubando ao rei fraudulento e restabelecendo a verdade.
Na simplicidade e primtivismo da arena, estava representado um princípio democrático, no derrotar do adversário, cabia ao povo decidir pela vida ou morte deste.
Hoje acreditamos que, mais civilizados, fazemos algo parecido com o voto. No coliseu dos debates, acompanhamos apaixonadamente o desenrolar do embate e decidimos, no dia da eleição o destino da luta. Quem ganha e quem perde, hoje, sem mortes.
Será?
Porque, eu e você leitor(?), somos cidadãos comuns, longe do poder e fomos ensinados a crer no supremo poder do voto, mas veja o que diz o Sr. Luiz Carlos Bresser-Pereira, ministro da fazenda do governo Sarney e da Ciência e da Administração de FH.
"Nas democracias, embora o poder seja formalmente do povo, na prática, está com a sociedade civil, que dele se diferencia porque, no povo, cada cidadão tem um voto, na sociedade civil o peso de cada cidadão depende de seu conhecimento, de seu dinheiro e de sua capacidade de comunicação e organização".
"Tradução de Elio Gaspari:Embora o andar de baixo vote, quem manda na prática é o de cima, porque a patuléia é ignorante, não tem dinheiro, nem conhece jornalistas. Caberá ao andar de cima decidir o impedimento de Lula."
Duro acreditar nisso, mas apesar dessa afirmação causar revolta, desejos de revolução e tal, é justamente na falta de acesso e capacidade de interpretar informação do povo, e sua consequente inconstância, que fazem que, muitas vezes, não seja a verdade, mas a imagem, propaganda, marketing... que influenciem o veredicto da massa.
Deve-se sim, win the croud, mas deve-se também se levar em conta outra verdade incontestável dos dias de hoje.
"Informação é poder"
Informação, buscar várias versões sobre os fatos, inquirir, investigar é o caminho para a tomada correta de decisões hoje. Pena que poucos são os que descobriram isso.
Mas as coisas estão mudando.
Na simplicidade e primtivismo da arena, estava representado um princípio democrático, no derrotar do adversário, cabia ao povo decidir pela vida ou morte deste.
Hoje acreditamos que, mais civilizados, fazemos algo parecido com o voto. No coliseu dos debates, acompanhamos apaixonadamente o desenrolar do embate e decidimos, no dia da eleição o destino da luta. Quem ganha e quem perde, hoje, sem mortes.
Será?
Porque, eu e você leitor(?), somos cidadãos comuns, longe do poder e fomos ensinados a crer no supremo poder do voto, mas veja o que diz o Sr. Luiz Carlos Bresser-Pereira, ministro da fazenda do governo Sarney e da Ciência e da Administração de FH.
"Nas democracias, embora o poder seja formalmente do povo, na prática, está com a sociedade civil, que dele se diferencia porque, no povo, cada cidadão tem um voto, na sociedade civil o peso de cada cidadão depende de seu conhecimento, de seu dinheiro e de sua capacidade de comunicação e organização".
"Tradução de Elio Gaspari:Embora o andar de baixo vote, quem manda na prática é o de cima, porque a patuléia é ignorante, não tem dinheiro, nem conhece jornalistas. Caberá ao andar de cima decidir o impedimento de Lula."
Duro acreditar nisso, mas apesar dessa afirmação causar revolta, desejos de revolução e tal, é justamente na falta de acesso e capacidade de interpretar informação do povo, e sua consequente inconstância, que fazem que, muitas vezes, não seja a verdade, mas a imagem, propaganda, marketing... que influenciem o veredicto da massa.
Deve-se sim, win the croud, mas deve-se também se levar em conta outra verdade incontestável dos dias de hoje.
"Informação é poder"
Informação, buscar várias versões sobre os fatos, inquirir, investigar é o caminho para a tomada correta de decisões hoje. Pena que poucos são os que descobriram isso.
Mas as coisas estão mudando.
sábado, agosto 13, 2005
Hoje, duas da madrugada
Salmos 40
Almeida Fiel e Corrigida
1
ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
2
Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
3
E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
4
Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira.
5
Muitas são, SENHOR meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
6
Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.
7
Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito.
8
Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.
9
Preguei a justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios, SENHOR, tu o sabes.
10
Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.
11
Não retires de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me continuamente a tua benignidade e a tua verdade.
12
Porque males sem número me têm rodeado; as minhas iniqüidades me prenderam de modo que não posso olhar para cima. São mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; assim desfalece o meu coração.
13
Digna-te, SENHOR, livrar-me: SENHOR, apressa-te em meu auxílio.
14
Sejam à uma confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me querem mal.
15
Desolados sejam em pago da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
16
Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o SENHOR.
17
Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.
Almeida Fiel e Corrigida
1
ESPEREI com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor.
2
Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos.
3
E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.
4
Bem-aventurado o homem que põe no SENHOR a sua confiança, e que não respeita os soberbos nem os que se desviam para a mentira.
5
Muitas são, SENHOR meu Deus, as maravilhas que tens operado para conosco, e os teus pensamentos não se podem contar diante de ti; se eu os quisera anunciar, e deles falar, são mais do que se podem contar.
6
Sacrifício e oferta não quiseste; os meus ouvidos abriste; holocausto e expiação pelo pecado não reclamaste.
7
Então disse: Eis aqui venho; no rolo do livro de mim está escrito.
8
Deleito-me em fazer a tua vontade, ó Deus meu; sim, a tua lei está dentro do meu coração.
9
Preguei a justiça na grande congregação; eis que não retive os meus lábios, SENHOR, tu o sabes.
10
Não escondi a tua justiça dentro do meu coração; apregoei a tua fidelidade e a tua salvação. Não escondi da grande congregação a tua benignidade e a tua verdade.
11
Não retires de mim, SENHOR, as tuas misericórdias; guardem-me continuamente a tua benignidade e a tua verdade.
12
Porque males sem número me têm rodeado; as minhas iniqüidades me prenderam de modo que não posso olhar para cima. São mais numerosas do que os cabelos da minha cabeça; assim desfalece o meu coração.
13
Digna-te, SENHOR, livrar-me: SENHOR, apressa-te em meu auxílio.
14
Sejam à uma confundidos e envergonhados os que buscam a minha vida para destruí-la; tornem atrás e confundam-se os que me querem mal.
15
Desolados sejam em pago da sua afronta os que me dizem: Ah! Ah!
16
Folguem e alegrem-se em ti os que te buscam; digam constantemente os que amam a tua salvação: Magnificado seja o SENHOR.
17
Mas eu sou pobre e necessitado; contudo o Senhor cuida de mim. Tu és o meu auxílio e o meu libertador; não te detenhas, ó meu Deus.
Mente pra mim, mente!
Não existe época em que se minta mais do que quando se está apaixonado, e nesses tempos de Internet banda larga e Control C + Control V, as mentiras estão cada vez mais elaboradas, com citações, figuras, canções de fundo...
É claro que a paixão passa... e as mentiras também! Pergunte a qualquer pessoa casada, se é qualquer palavra adocicada que ameniza uma vida dividindo cama, banheiro, refeições, cuecas e calcinhas sujas, contas pra pagar e crianças chorando!
Daí, as pessoas antes de casar, ou seja, antes DO relacionamento, tomam dois caminhos gerais.
Os que não querem saber de mentiras. Não dizem “eu te amo” e até se incomodam quando ouvem isso, esperam aquele algo a mais pra poder dizer tais palavras que, pode ser, nem venha. Será que vem?
E há os que não se importam. São exagerados mesmo, como a música do Cazuza, adoram um amor, mesmo quando é “inventado”. Junto-me a estes quando penso que estar apaixonado é uma das melhores sensações da vida, nada melhor do que aproveitá-la ao máximo.
Mas melhor mesmo, é o verdadeiro amor. T. W. Hunt diz.
“O amor almeja comunhão com seu objeto e sua perfeição espiritual. O amor deseja o bem supremo do seu objeto”.
Talvez palavras elogiosas tenham uma ação efêmera numa relação e por isso são tão associadas ao estar apaixonado, mas uma palavra construtiva, interessada (e não interesseira) a mantém viva, mesmo dividindo cama, banheiro, refeições, cuecas e calcinhas sujas, contas pra pagar e crianças chorando!
Mas é claro que romance sempre cai bem, em qualquer tempo. Cortesia e educação são sempre fundamentais, se cuidar para o outro também.
E o que dizer de quem trai? A não ser de que é alguém que pode ter experimentado o amor “investimento” e preferiu retornar ao amor (paixão) “mentira”.
É um desfrutar de primícias, quando algo não tão reluzente, mas de maior valor já existe. É coisa de criança, que quer o brinquedo mais bonito, mesmo sendo o mais frágil. Peter Pans emocionais, que se apegam uma emoção fugaz como algo que os faça sentirem vivos, porque não conseguem viver emocionalmente estáveis e felizes na vida adulta.
Nessas horas é bom lembrar de Eclesiastes 3, parafraseando.
“Há tempo de “mentiras”, e tempo da verdade
Há tempo da paixão, e tempo de amar”.
Há um tempo próprio pra tudo, aproveite!
É claro que a paixão passa... e as mentiras também! Pergunte a qualquer pessoa casada, se é qualquer palavra adocicada que ameniza uma vida dividindo cama, banheiro, refeições, cuecas e calcinhas sujas, contas pra pagar e crianças chorando!
Daí, as pessoas antes de casar, ou seja, antes DO relacionamento, tomam dois caminhos gerais.
Os que não querem saber de mentiras. Não dizem “eu te amo” e até se incomodam quando ouvem isso, esperam aquele algo a mais pra poder dizer tais palavras que, pode ser, nem venha. Será que vem?
E há os que não se importam. São exagerados mesmo, como a música do Cazuza, adoram um amor, mesmo quando é “inventado”. Junto-me a estes quando penso que estar apaixonado é uma das melhores sensações da vida, nada melhor do que aproveitá-la ao máximo.
Mas melhor mesmo, é o verdadeiro amor. T. W. Hunt diz.
“O amor almeja comunhão com seu objeto e sua perfeição espiritual. O amor deseja o bem supremo do seu objeto”.
Talvez palavras elogiosas tenham uma ação efêmera numa relação e por isso são tão associadas ao estar apaixonado, mas uma palavra construtiva, interessada (e não interesseira) a mantém viva, mesmo dividindo cama, banheiro, refeições, cuecas e calcinhas sujas, contas pra pagar e crianças chorando!
Mas é claro que romance sempre cai bem, em qualquer tempo. Cortesia e educação são sempre fundamentais, se cuidar para o outro também.
E o que dizer de quem trai? A não ser de que é alguém que pode ter experimentado o amor “investimento” e preferiu retornar ao amor (paixão) “mentira”.
É um desfrutar de primícias, quando algo não tão reluzente, mas de maior valor já existe. É coisa de criança, que quer o brinquedo mais bonito, mesmo sendo o mais frágil. Peter Pans emocionais, que se apegam uma emoção fugaz como algo que os faça sentirem vivos, porque não conseguem viver emocionalmente estáveis e felizes na vida adulta.
Nessas horas é bom lembrar de Eclesiastes 3, parafraseando.
“Há tempo de “mentiras”, e tempo da verdade
Há tempo da paixão, e tempo de amar”.
Há um tempo próprio pra tudo, aproveite!
Luneta
Com as pernas trêmulas
Olho para o além
Em busca de algo chamado futuro
Preso por grilhões forjados no passado
Amor e dúvida
Lembranças boas e más
Marcas profundas e novas emoções
Em constante luta dentro de mim
Um gosto amargo na boca
E um frio no estômago
Unem-se a uma cabeça leve
E a uma estranha despreocupação
Certo ou errado
Norte ou sul
Sucesso ou fracasso
Tempo e espaço, uma grande confusão
Olho, mas não vejo o rumo
Sei que deveria, mas não sinto nada
Meus poucos passos, não são da minha vontade
Só saberei do meu destino, quando chegar lá
Olho para o além
Em busca de algo chamado futuro
Preso por grilhões forjados no passado
Amor e dúvida
Lembranças boas e más
Marcas profundas e novas emoções
Em constante luta dentro de mim
Um gosto amargo na boca
E um frio no estômago
Unem-se a uma cabeça leve
E a uma estranha despreocupação
Certo ou errado
Norte ou sul
Sucesso ou fracasso
Tempo e espaço, uma grande confusão
Olho, mas não vejo o rumo
Sei que deveria, mas não sinto nada
Meus poucos passos, não são da minha vontade
Só saberei do meu destino, quando chegar lá
sexta-feira, agosto 12, 2005
Frases imbecis que mudam uma vida V
"O QUE É QUE É ISSO, AMIGUINHO!!!!!!!!!!!"

Ok, ok! Admito!
A frase é só pretexto pra colocar essa foto legal do Bozo.
quarta-feira, agosto 10, 2005
terça-feira, agosto 09, 2005
O Banco
Há um mês atrás estava nele sentado. Já havia trocado de posição e sentado antes em dois de seus colegas, me esquivando do ar condicionado que insistia em soprar, mesmo numa manhã fria de inverno.
Nele sentado, com as pernas apoiadas em seu colega da frente, sentia minha impaciência... era o olhar para os lados, o remexer na cadeira, eram os minutos passando e olhar a todo instante naquele painel, para onde ele estava apontado.
“Chegando / Now arriving”
“Pousado / Landing”
Na minha cabeça os pensamentos: “como vou recebê-la?”, “vou beijá-la?”, “isso tá acontecendo mesmo?”, “como é que ela lá de tão longe foi me amar?”, “será que a amo?”.
O banco, sabendo do seu papel na minha história e conhecedor de muitas outras das quais até participou, ficou quieto, pois não era hora de palavras, mas da intuição agir.
Então, Sr Banco, quero lhe dizer o que você não sabe. Talvez você tenha visto quando ela chegou e eu a abracei, tirando-a de perto daquele movimento todo. Como tudo era muito surreal, logo ali perto, mas nas suas costas, demos nosso primeiro beijo. Pena que o senhor não viu, mas foi o primeiro de muitos. Passamos 10 dias maravilhosos juntos e nos reencontraremos em breve, talvez até pra nunca se separar mais.
Ah sim! Hoje faz um mês que namoramos.
Sim, estou feliz, Sr. Banco, obrigado por me agüentar naquela manhã e ter ficado quieto. O senhor sabia o que estava fazendo.
Nele sentado, com as pernas apoiadas em seu colega da frente, sentia minha impaciência... era o olhar para os lados, o remexer na cadeira, eram os minutos passando e olhar a todo instante naquele painel, para onde ele estava apontado.
“Chegando / Now arriving”
“Pousado / Landing”
Na minha cabeça os pensamentos: “como vou recebê-la?”, “vou beijá-la?”, “isso tá acontecendo mesmo?”, “como é que ela lá de tão longe foi me amar?”, “será que a amo?”.
O banco, sabendo do seu papel na minha história e conhecedor de muitas outras das quais até participou, ficou quieto, pois não era hora de palavras, mas da intuição agir.
Então, Sr Banco, quero lhe dizer o que você não sabe. Talvez você tenha visto quando ela chegou e eu a abracei, tirando-a de perto daquele movimento todo. Como tudo era muito surreal, logo ali perto, mas nas suas costas, demos nosso primeiro beijo. Pena que o senhor não viu, mas foi o primeiro de muitos. Passamos 10 dias maravilhosos juntos e nos reencontraremos em breve, talvez até pra nunca se separar mais.
Ah sim! Hoje faz um mês que namoramos.
Sim, estou feliz, Sr. Banco, obrigado por me agüentar naquela manhã e ter ficado quieto. O senhor sabia o que estava fazendo.
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