Nesta semana soube de alguém que tentou se matar e não conseguiu.
Pensando então sobre a morte, tentei me (re)colocar na posição de quem opta por acabar com a própria vida.
Muito já se falou sobre o suicida: que é um covarde, egocêntrico, que é um último ato na tentativa de imputar a culpa naqueles que o cercam.
Tudo verdade, mas quem está lá, no furacão de emoções que levam ao suicídio, sabe que até cair essa ficha é tarde demais. Mesmo!
Sim, o suicida antes de tudo se sente especial, como todo mundo no mundo quer se sentir, mas ele quer mais disso na prática. Quer atenção e significar algo para todos, ou para o mundo.
Quando encontra a vida com a rotina que a marca, enquanto esperava mais dela, se deprime e se desespera (na assepção da palavra). O pensamento é mais ou menos esse: “se a vida é só isso, vamos ver o que vem depois.”
Claro, que vem junto uma sensação de desadaptação do mundo e uma ausência de auto estima que te levam a achar que qualquer coisa é melhor que a vida.
Mas não é que a vida é pequena assim mesmo e essa Terra não é nada mais que uma terra estranha?
Então, vamos todos juntos viver essa vida, mesmo que pequena, porque existem coisas nela que a fazem valer a pena. Mas este post não enche a bola da vida. Só este.
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
sábado, julho 30, 2005
Assinar:
Postar comentários (Atom)

2 comentários:
gostei do teu blog e sobre o ultimo post, acho que pra se suicidar tem que ser muito corajoso tambem e eu nao teria essa coragem.
bjo pra tu
Então seja sempre medrosa... e com orgulho!
Postar um comentário