"Os políticos costumam ser muito pouco claros no seu pensamento. Como eu estou velho, eu falo tudo que penso. Eu estou absolutamente lúcido e acho que a única coisa que posso fazer politicamente é ser lúcido e claro". Cláudio Lembo, governador de São Paulo
Sei não, mas pelo andar da carruagem, encontrei meu referencial para a velhice.
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
terça-feira, maio 30, 2006
sábado, maio 27, 2006
Blogando e aprendendo
Idéias boas dos outros devem servir de ensino pra quem as vê. Por isso, olhando blogs alheios, vi que se ter um blog espelho, com arquivos e textos mais longos, vai desobstruir este blog aqui, tornando-o mais dinâmico e pessoal, como acho que ele deve ser.
O post abaixo já é um reflexo dessa nova dinâmica, que vai afetar, principalmente, textos longos que li na net e que acho que outros e eu mesmo devem (re)ler.
Os links estarão sempre aqui, bem como os comentários deverão ser postos aqui também. O outro blog nada mais é, grosseiramente falando, do que um depósito.
Ah sim! O outro blog é esse aqui.
O post abaixo já é um reflexo dessa nova dinâmica, que vai afetar, principalmente, textos longos que li na net e que acho que outros e eu mesmo devem (re)ler.
Os links estarão sempre aqui, bem como os comentários deverão ser postos aqui também. O outro blog nada mais é, grosseiramente falando, do que um depósito.
Ah sim! O outro blog é esse aqui.
Hoje eu li...
Smurfe-se

290 norte-americanos estabeleceram o primeiro recorde mundial de maior número de pessoas vestidas como Smurfs, nomeado "Smurfs to Breakers". Este momento histórico aconteceu no último domingo na cidade de São Francisco, segundo o ótimo blog de Heidi McDonald, The Beat. Acredito que isto não poderia ter ocorrido em outra cidade da face da Terra. E chega, não tenho mais palavras para tanta emoção.
Retirado de http://oglobo.globo.com/online/blogs/Gibizada/
E mais, acerca do messenger e distância, leia aqui.

290 norte-americanos estabeleceram o primeiro recorde mundial de maior número de pessoas vestidas como Smurfs, nomeado "Smurfs to Breakers". Este momento histórico aconteceu no último domingo na cidade de São Francisco, segundo o ótimo blog de Heidi McDonald, The Beat. Acredito que isto não poderia ter ocorrido em outra cidade da face da Terra. E chega, não tenho mais palavras para tanta emoção.
Retirado de http://oglobo.globo.com/online/blogs/Gibizada/
E mais, acerca do messenger e distância, leia aqui.
quarta-feira, maio 24, 2006
Lucky shot (com uma historinha antes)
Daí que você tira uma foto bem legal.
E olha (óbvio) pra ela e pensa: "vou guardar pra uma ocasião especial lá no blog".
Daí que alguém pega essa foto bem legal e posta antes de você... em outro blog!
E acontece que é a sua própria namorada!
O que é que você faz?
Reclama? Dá uma bronca? Manda tirar? HEHEHHEHE! Tem a volta, né? Greve de beijo, cara feia, vamos discutir a relação e coisa e tal.
Bom, eu? Eu falei: "colocando a foto que eu ia colocar, né? Bonito!"
E contei essa historinha aqui.
Vamos ver no que dá... ou não!

E olha (óbvio) pra ela e pensa: "vou guardar pra uma ocasião especial lá no blog".
Daí que alguém pega essa foto bem legal e posta antes de você... em outro blog!
E acontece que é a sua própria namorada!
O que é que você faz?
Reclama? Dá uma bronca? Manda tirar? HEHEHHEHE! Tem a volta, né? Greve de beijo, cara feia, vamos discutir a relação e coisa e tal.
Bom, eu? Eu falei: "colocando a foto que eu ia colocar, né? Bonito!"
E contei essa historinha aqui.
Vamos ver no que dá... ou não!

Quintal de uma "casa" na rodovia da fome - Teixeira de Freitas, BA
Clica na foto que ela aumenta
quinta-feira, maio 18, 2006
quarta-feira, maio 17, 2006
Som na caixa, seu mané!
Pra desapontar quem acha que tô de má vontade com os caras, vai aí a minha música dos Los Hermanos pra agora.
O Vencedor - Composição: Marcelo Camelo
Olha lá quem vem do lado oposto
e vem sem gosto de viver
Olha lá os que os bravos são escravos
sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
é ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
e perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor
Olha você e diz que não
vive a esconder o coração
Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
só procura abrigo
mas não deixa ninguém ver
Por que será?
Eu que já não sou assim
muito de ganhar
junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
só pra viver em paz.
O Vencedor - Composição: Marcelo Camelo
Olha lá quem vem do lado oposto
e vem sem gosto de viver
Olha lá os que os bravos são escravos
sãos e salvos de sofrer
Olha lá quem acha que perder
é ser menor na vida
Olha lá quem sempre quer vitória
e perde a glória de chorar
Eu que já não quero mais ser um vencedor,
levo a vida devagar pra não faltar amor
Olha você e diz que não
vive a esconder o coração
Não faz isso, amigo
Já se sabe que você
só procura abrigo
mas não deixa ninguém ver
Por que será?
Eu que já não sou assim
muito de ganhar
junto às mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
só pra viver em paz.
terça-feira, maio 16, 2006
O fator LH
Sábado passado, acompanhei My Dearest e alguns amigos ao show dos Los Hermanos, na fundição progresso. Confesso que não queria ir, já era o quarto ou quinto show dos caras que iria prestigiar (só na fundição era o segundo) e achei seu último disco, quatro, muito ruim. Quase escrevi aqui na época.
Mas qual foi a minha surpresa ao ver a fundição lotada, e me embasbacar ao ver que praticamente todas as músicas eram cantadas por mais da metade dos presentes ali, sem histeria, mas numa clara representação de uma fortíssima relação entre banda
e público.
Afinal, qual é a razão que faz com que a turnê de um disco tão introspectivo, com uma banda que tem 3 componentes com a presença de palco de marmotas, cujo quarto, o mais extrovertido, parece querer perpetuar o estilo de dança de Didi Mocó, fazer tanto sucesso?
Penso sucintamente em duas.
Primeira, a ausência de bandas com o mesmo misto de erudição e jovialidade do LH. Se existe algum requinte em letras, geralmente está em artistas jovens que fazem MPB, e nunca a MPB esteve tão pouco P como hoje. Ela se tornou uma cobra atrás do próprio rabo, comandada pelo mesmo esquema gravadoras/artistas/críticos perpetuado desde a década de 60, com apenas reposições de peças, sem nenhuma grande novidade em termos de musicalidade. Daí vê-se como quase passou em branco à volta dos Mutantes. Teve que ter o hype de fora pra rolar matéria no fantástico.
Nessa área, é bom ressaltar que o LH tem apreço pelos medalhões da MPB, quem pára pra realmente ouvir LH, acha muito de Edu Lobo, Chico e Marcos Valle em suas composições. E o que dizer da parceria Marcelo Camelo/Maria Rita, senão como um sinal claro de identificação entre LH e MPB?
Quando nós falamos de bandas jovens hoje, é impossível encontrar algum conteúdo fora do LH. O que na década de 80 era distribuído entre Legião, Paralamas, Titãs e Barão, pra citar só os medalhões, hoje não existe mais. É uma sucessão de Charlie Browns, Pittys e afins, cujo mérito é apenas combinar imagem, atitude e punch como forma de fazer sucesso. É moda, nada mais.
Mas as pessoas querem músicas que marquem momentos, que façam a trilha sonora da vida, não de apenas um verão.
E é aí que entra a segunda razão. O cotidiano das letras do LH é calcado num estilo de vida que não é marginal, tampouco glamouroso, mas em fatos da vida pelos quais todos passam. Durante o show, fiz uma brincadeira mental tentando lembrar em que histórias da minha vida certas músicas se encaixavam. Olha que não foram poucas, até esse blog já testemunhou.
Daí a platéia dos LH ser uma das mais heterogêneas que conheço. Existe a galera simples, os jovens barbudos (dessa vez menos), as patys e boys, as pistoleiras, os emos, os poetas, a galera da rodinha de violão... lista grande, todos satisfeitos.
Afinal, como não se identificar perante tais frases?

“De tanto eu te falar você subverteu o que era um sentimento e assim Fez dele razão... Pra se perder no abismo que é pensar e sentir.”

“Deixa eu brincar de ser feliz,Deixa eu pintar o meu nariz”
“Iaiá, se eu peco é na vontadede ter um amor de verdade.Pois é que assim, em ti, eu me atirei e fui te encontrar pra ver que eu me enganei.”

A relação entre LH e seus fãs, a meu ver, começa a encontrar apenas um paralelo na história recente da música brasileira, a dos fãs do Legião Urbana.
Fãs não são racionais, se submetem a “sacrifícios” e esforços pelo seu ídolo. É difícil argumentar com estes, pedir senso crítico de quem está seriamente prejudicado a ver defeitos no ídolo, até porque é difícil entender porque alguém é fã se não for, da mesma forma, um fã também.
Entendendo isso e o paralelo entre LH e LU, viu-se, nos fãs destes últimos, uma aceitação não crítica dos últimos trabalhos, até mesmo os pós-mórtem do Renato Russo, quando a banda(?) estava vivendo, para quem não era fã, uma fase depressiva e pouco criativa musicalmente.
Com relação ao LH, com a desculpa de uma experimentação musical, vejo uma queda no padrão melódico da banda e, principalmente, da parte do Rodrigo Amarante, uma despreocupação em se fazer entender ou em equilibrar letra e música. Parece que o LH ouviu a crítica sempre positiva, o incenso subiu à cabeça. E agora, o que vai dar?
Bom, para mim, eles ainda têm um saldo bom na minha consideração.
Mas qual foi a minha surpresa ao ver a fundição lotada, e me embasbacar ao ver que praticamente todas as músicas eram cantadas por mais da metade dos presentes ali, sem histeria, mas numa clara representação de uma fortíssima relação entre banda
e público.Afinal, qual é a razão que faz com que a turnê de um disco tão introspectivo, com uma banda que tem 3 componentes com a presença de palco de marmotas, cujo quarto, o mais extrovertido, parece querer perpetuar o estilo de dança de Didi Mocó, fazer tanto sucesso?
Penso sucintamente em duas.
Primeira, a ausência de bandas com o mesmo misto de erudição e jovialidade do LH. Se existe algum requinte em letras, geralmente está em artistas jovens que fazem MPB, e nunca a MPB esteve tão pouco P como hoje. Ela se tornou uma cobra atrás do próprio rabo, comandada pelo mesmo esquema gravadoras/artistas/críticos perpetuado desde a década de 60, com apenas reposições de peças, sem nenhuma grande novidade em termos de musicalidade. Daí vê-se como quase passou em branco à volta dos Mutantes. Teve que ter o hype de fora pra rolar matéria no fantástico.
Nessa área, é bom ressaltar que o LH tem apreço pelos medalhões da MPB, quem pára pra realmente ouvir LH, acha muito de Edu Lobo, Chico e Marcos Valle em suas composições. E o que dizer da parceria Marcelo Camelo/Maria Rita, senão como um sinal claro de identificação entre LH e MPB?
Quando nós falamos de bandas jovens hoje, é impossível encontrar algum conteúdo fora do LH. O que na década de 80 era distribuído entre Legião, Paralamas, Titãs e Barão, pra citar só os medalhões, hoje não existe mais. É uma sucessão de Charlie Browns, Pittys e afins, cujo mérito é apenas combinar imagem, atitude e punch como forma de fazer sucesso. É moda, nada mais.
Mas as pessoas querem músicas que marquem momentos, que façam a trilha sonora da vida, não de apenas um verão.
E é aí que entra a segunda razão. O cotidiano das letras do LH é calcado num estilo de vida que não é marginal, tampouco glamouroso, mas em fatos da vida pelos quais todos passam. Durante o show, fiz uma brincadeira mental tentando lembrar em que histórias da minha vida certas músicas se encaixavam. Olha que não foram poucas, até esse blog já testemunhou.
Daí a platéia dos LH ser uma das mais heterogêneas que conheço. Existe a galera simples, os jovens barbudos (dessa vez menos), as patys e boys, as pistoleiras, os emos, os poetas, a galera da rodinha de violão... lista grande, todos satisfeitos.
Afinal, como não se identificar perante tais frases?

“De tanto eu te falar você subverteu o que era um sentimento e assim Fez dele razão... Pra se perder no abismo que é pensar e sentir.”

“Deixa eu brincar de ser feliz,Deixa eu pintar o meu nariz”
“Iaiá, se eu peco é na vontadede ter um amor de verdade.Pois é que assim, em ti, eu me atirei e fui te encontrar pra ver que eu me enganei.”

A relação entre LH e seus fãs, a meu ver, começa a encontrar apenas um paralelo na história recente da música brasileira, a dos fãs do Legião Urbana.
Fãs não são racionais, se submetem a “sacrifícios” e esforços pelo seu ídolo. É difícil argumentar com estes, pedir senso crítico de quem está seriamente prejudicado a ver defeitos no ídolo, até porque é difícil entender porque alguém é fã se não for, da mesma forma, um fã também.
Entendendo isso e o paralelo entre LH e LU, viu-se, nos fãs destes últimos, uma aceitação não crítica dos últimos trabalhos, até mesmo os pós-mórtem do Renato Russo, quando a banda(?) estava vivendo, para quem não era fã, uma fase depressiva e pouco criativa musicalmente.
Com relação ao LH, com a desculpa de uma experimentação musical, vejo uma queda no padrão melódico da banda e, principalmente, da parte do Rodrigo Amarante, uma despreocupação em se fazer entender ou em equilibrar letra e música. Parece que o LH ouviu a crítica sempre positiva, o incenso subiu à cabeça. E agora, o que vai dar?
Bom, para mim, eles ainda têm um saldo bom na minha consideração.
sábado, maio 13, 2006
Notícia velha
Há quase um mês, o orkut disponibilizou um recurso que deixou muita gente em polvorosa, trata-se da possibilidade de saber as cinco últimas pessoas que acessaram seu perfil, além de registrar as visualizações desde fevereiro deste ano, da semana e do dia anterior.O orkut é movido pelo voyeurismo. talvez mais do que reencontrar e conhecer pessoas, o tal círculo ou rede de amigos, como tratam, o que atrai a quem tem tempo e interesse é a capacidade de se manter informado do que se passa na vida alheia, e sem intermediários.
Pra muita gente é um incômodo enorme tamanha e indiscriminada bisbilhotagem, daí os quadros de recados apagados (o que era pra ser o correto, foi projetado pra ser assim), perfis enxutos e contas encerradas.
Na verdade, nada mudou. As notícias sobre a vida alheia sempre correram, só que agora mais rápidas e mais democraticamente, afinal, vivemos na era da informação e quem deve, teme, e hoje ainda mais.
Mas o que me deixou mais curioso, além de ver pessoas que nunca vi na vida vendo meu orkut (supondo que o recurso funcione perfeitamente – coisa rara num programa beta), foi ver a quantidade de pessoas que vão à minha página lá. Certos dias, muito mais do que eu já imaginei. Sei lá, não deve ser verdade!
Bom seria se viessem aqui também.
P.s.: Pra quem quer saber pra que o orkut foi feito, confira: www.joga.com somos apenas cobaias. Ah sim! Lá não tem bad Server. Você pode entrar com sua ID do Google sem problema, como se fosse no orkut.
Foto do post: http://fotosite.terra.com.br/images_new/colunistas/2006_05_11/foto3_281.jpg
quinta-feira, maio 11, 2006
Assinar:
Postagens (Atom)

