Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!

domingo, janeiro 29, 2006

Hoje eu li... e vi!

Retirado de http://oglobo.globo.com/especiais/riofanzine/190078995.asp

Cauby Peixoto ou Austin Powers?
O assunto é ultraconfidencial. Portanto, não espalhe. Nosso supremo crooner , Cauby Peixoto, reapareceu esta semana na coluna Gente Boa. Aos 74 anos, ele está gravando um novo disco. Além disso, vai ser tema de um musical, dirigido por Flávio Marinho.



Investigadores do Rio Fanzine, porém, descobriram que o cantor tem dupla identidade e combate as forças do Mal como o agente secreto Austin Powers. Groovy, baby !

Grato

Nesses momentos em que você quer bater na própria sombra, só resta agradecer quem te suporta e entende.

BV e MM, o prazer foi todo meu, obrigado pelo carinho e pela retribuição hoje. Me senti muito bem no banco de trás do Leva.
Como é bom saber que o tempo passa e você não tem mais a obrigação de ter que ter a direção em suas mãos!
Entendam isso em todos os sentidos possíveis.

RM, CC, MG, LA, obrigado por essa noite maravilhosa, eu precisava continuar a sorrir até a exaustão. MG e LA, por favor, não sumam!

Ao meu pai, como aprendo a admirá-lo cada vez mais! Como a minha responsabilidade em prosseguir o seu legado cada vez aumenta. Mas aí está um desafio que encaro com prazer.

E você, My Dearest, pelas coisas que só você sabe fazer. Não pense que eu não noto, admiro e louvo a Deus ao olhar pro lado nos sufocos e te ver olhando pra mim.
Você é a prova dos versos do Amarante:
"me diz o que é o sufoco e eu te mostro alguém a fim de te acompanhar".
Sim, essa é você.
Te peço agora: faça o seu coração olhar para o lado. Sim, bem aí do seu lado, quietinho, eu também estou a lhe admirar.

O que se assucede?

O texto bíblico, lido pela manhã e transcrito abaixo, nada mais foi do que texto profético a respeito do que vivi à noite. A maior chuva desde 1997 calhou de me atingir justo no fim de uma noite das mais agradáveis. Num espaço de 5 minutos, meu carro se viu cercado de água e, pela graça de Deus, consegui chegar em casa.

O saldo?

Três horas de espera pra água baixar.
Cinqüenta minutos para a temperatura do carro esfriar.
Manter o controle, visando acalmar os outros, quando você está no limite da preocupação.
E o carro, de novo, no mecânico.

Desde novembro de 2003 que a vida deveras tranqüila que vivia, foi sacudida. Problemas inesperados, gastos indesejados.

Eu apenas me pergunto: o que está por trás disso tudo? O que devo aprender? Por que não aprendi ainda? Qual o propósito?

O que me resta é, minutos antes do meu primeiro sono (e não cochilo) decente em 48h, torcer para acordar com mais respostas do que perguntas.

De qualquer forma, em todas estas coisas, eu não fui e não serei como aqueles que retrocedem e são destruídos, mas dos que crêem e são salvos.

sexta-feira, janeiro 27, 2006

Hoje eu li...

"Nós, porém, não somos dos que retrocedem e são destruídos, mas dos que crêem e são salvos."
Carta aos Hebreus, capítulo 10, verso 39

quarta-feira, janeiro 18, 2006

Hoje eu li...

SALVEM DAMIEN RICE DA LÍNGUA PORTUGUESA

Todos já sabem quem é Damien Rice, apesar de eu continuar ignorando qualquer informação sobre este cantor e compositor que seja diferente de “Ele é irlandês”. Na verdade, se alguém me corrigir dizendo que ele é iSlandês, aceitarei com a calma de quem ouve um mugido. Você não sabe quem é Damien Rice? Bom, há dois meses eu lhe diria que é a voz que canta uma música absurdamente triste no início do superestimado Closer, o tal filme-peça em que Clive Owen e Jude Law dividem Julia Roberts e Natalie Portman como se na verdade quisessem mesmo é encontrar um ao outro.

A música inicial é realmente inesquecível – Natalie Portman caminha por uma rua movimentada e fria (em todos os sentidos), enquanto Damien, ao fundo, canta “Blower’s Daughter”, dizendo à platéia um melancólico “And so it is”, arrematando com um refrão em que muda de tom alucinadamente para “I can´t take my eyes off you”. Juro que na primeira audição eu tentei achar algo parecido na memória e até arrisquei, “É uma versão para aquela famosa I can´t take my eyes for you”

“Blower’s Daughter”, sim, está manjadíssima, mas é absolutamente irresistível. Sua frase “No love no glory/no hero in the sky” nos conduz irremediavelmente a um mundo real, sem glória, de amor baseado em sexo (como no filme), de falta de esperança refletida em um céu sem heróis voando. A voz de Damien (Rice, não o Thorne de “The Omen”) soa inicialmente como um James Taylor com mais testosterona (seria mais fácil dizer um Neil Young?), e vai evoluindo, passa por Thom Yorke só para cumprimentar e desembarca em....Damien Rice.

O arranjo de cordas, o violão folk gigante, o clima de fossa primordial, primitiva, básica, na qual o cantor já não sente saudade de mais ninguém a não ser dele mesmo quando era feliz, enfim, tudo isso faz de “Blower´s daughter” uma canção perfeita, estupenda, talvez a melhor da década. Será manjada e ouvida por anos a fio, assim como em breve “Delicate”, “Cold Water” e “Amie” (maravilhosa), outras lindas músicas do disco, ficarão nas nossas memórias.

Todos estes parágrafos são apenas para perguntar a Ana Carolina, a Seu Jorge e a Simone: por que vocês fizeram isso?

Mas que papagaiada: “ensinar nossos filhos/a escolher seus amores”. Ora, vão pentear macacos. Meu Deus, para mim já estava bom que na Jovem Guarda pegassem a música “Yellow Mellow” de Donovan e transformassem em “Caramelo”. Mas certamente Damien Rice não merecia isso. O trabalho de Ana Carolina, Seu Jorge e Simone, ao fazerem versões EM PORTUGUÊS de “Blower´s Daughter”, foi impedir a música de se tornar um clássico, já que suas nojentas versões foram tocadas exaustivamente durante as compras de Natal.

Acho que é este o gelo fino da vida moderna: se tira um canção da alma e se atira no chiqueiro em questão de instantes. E um dia se vende por R$12,90 na gôndola inicial das Lojas Americanas. Vamos salvar Damien Rice, todos eles.

Texto de http://oglobo.globo.com/online/blogs/paralelos/

segunda-feira, janeiro 16, 2006

O que é melhor?

Que seus sonhos virem realidade, ou sua realidade vire sonho?

sexta-feira, janeiro 13, 2006

Uma promessa para 2006

"Que o Deus da esperança os encha de toda alegria e paz, por sua confiança nele, para que vocês transbordem de esperança, pelo poder do Espírito Santo."
Apóstolo Paulo, carta aos Romanos, capítulo 15, verso 13

quarta-feira, janeiro 11, 2006

Lucky shot


Onde passarei o carnaval com My Dearest e vários bons amigos.
Onde? Segredo, é claro!
Ah sim! Vigilantes não são bem vindos!

2005 e seus opostos

Nunca tive um ano como este que passou e, espero que não o tenha mais, sou da linha do Cazuza, que queria “a sorte de um amor tranqüilo”. Foi um ano de opostos vividos e sentidos.

Foi o ano que parei tudo para me (re)conhecer melhor, nunca estive tão introspectivo nestes últimos anos, ao mesmo tempo, nunca me expus tanto, como esse blog tão bem atesta.

Nunca fui tão sincero, sendo tão dissimulado no que escrevo, como prova disso, alguém que me conhece me disse que não entendia nada do que estava escrito aqui, porque queria ler as entrelinhas. Aos que aqui vêm, as linhas. As entrelinhas, estas são de minha exclusividade, os que tentaram, quebraram a cara.

Mas não houve maior oposto do que o que vivi amando. Deixei de ser algo escondido, secreto, marginal, para ser admirado, apreciado, desejado, mostrado. Vivi da traição à descoberta, da (inter?)dependência à parceria.

Do patético ao sublime.

Entendi que principados e potestades existem de forma muito palpáveis: pessoas e lugares. E que estes se atraem e se combinam. Aprendi que sim, existe um remanescente fiel, que não se corrompe e sempre acredita.

Hoje, eu chego a este dia, sabendo que o amor não é esta força que tudo pode, tudo muda.
Hoje eu sou alguém que viu o quanto a vontade (boa ou má) pode fazer, que é esta a que tem força pra mudar algo.
Hoje eu sei que os amores possíveis são os melhores, são os reais.
Hoje eu sei que reciprocidade não é luxo, é obrigação, bem como a fidelidade.
Hoje eu aprendi que apesar dessa sensação que a festa sempre acaba, não devo falar disso enquanto ela rola. Quem sabe dessa vez ela nunca acaba?

Pois é, quem sabe 2006 não se resume a uma grande festa?

segunda-feira, janeiro 09, 2006

A visita semestral do sr. Cupido

Esse orkut é ruim, coisa do demo, mas é bom, vai entender!

Já tava indo dormir, quando resolvi dar a olhadinha básica. E não é que seis meses depois o cupido volta a trabalhar.

Minhas amigas BV e AM tiveram que viajar pra encontrar suas caras- metades, que legal! Então, aqui baixinho nesse blog, eu falo pra vocês: parabéns, Deus abençoe a união de cada uma de vocês.

Aos fortunados rapazes, parabéns também, são duas jóias essas meninas. Bem vindos à galera e comportem-se e as respeitem. Falo isso em nome dos vários amigos que elas têm e as amam, got it?

BTW, eu e my Dearest completamos seis meses hoje, mas isso é assunto pra outro post.

Não agora.

Mãos a obra, seu cupido, tem fila ainda pra andar!