Changes - David Bowie
Still don't know what I was waiting for
And my time was running wild
A million dead-end streets and
Every time I thought I'd got it made
It seemed the taste was not so sweet
So I turned myself to face me
But I've never caught a glimpse
Of how the others must see the faker
I'm much too fast to take that test
Ch-ch-ch-ch-Changes
Turn and face the strange
(Ch-ch-Changes)
Don't want to be a richer man
Ch-ch-ch-ch-Changes
Turn and face the strange
(Ch-ch-Changes)
Just gonna have to be a different man
Time may change me
But I can't trace time
I watch the ripples change their size
But never leave the stream
Of warm impermanence
So the days float through my eyes
But stil the days seem the same
And these children that you spit on
As they try to change their worlds
Are immune to your consultations
They're quite aware of what they're going through
Ch-ch-ch-ch-Changes
Turn and face the strange
(Ch-ch-Changes)
Don't tell them to grow up and out of it
Ch-ch-ch-ch-Changes
Turn and face the stranger
(Ch-ch-Changes)
Where's your shame
You've left us up to our necks in it
Time may change me
But you can't trace time
Strange fascination, fascinating me
Ah changes are taking the pace I'm going through
Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the strange)
Ch-ch-Changes
Oh, look out you rock 'n rollers
Ch-ch-ch-ch-Changes
(Turn and face the strange)
Ch-ch-Changes
Pretty soon now you're gonna get older
Time may change me
But I can't trace time
I said that time may change me
But I can't trace time
Tradução nos comentários
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
terça-feira, novembro 21, 2006
Som na caixa, seu mané!
terça-feira, novembro 14, 2006
Ficção real
Acordou com aquele sentimento raro no peito: saudade.
Tinha se negado a sentir saudade na vida, aprendera a não ser saudosista e fazer do hoje e do agora o melhor tempo.
Mas a sucessão de músicas lentas, mas nem sempre tristes, a chuva que caia e as dores no corpo cansado o levaram àquele estado.
Sentia saudade dos que partiram, mas também dos que não haviam chegado, de gente querida que abraçara no passado, gente de bom papo, mas não o papo frio de hoje em dia, conversas de calorosas gargalhadas, daquelas que você se renova ao dá-las.
Sentia saudade de amizades que tão tardiamente surgiram, quando muitas barreiras conspiravam contra, quando estar próximo nunca deixara de fazer parte dos desejos.
sábado, novembro 11, 2006
Link legal!
Essa animação em flash mostra o passo-a-passo do processo. Link cortesia deste blog.
quinta-feira, novembro 09, 2006
Tudo vai bem no meu paraíso. E no seu?
Sabe o que desejo quando ouço tudo o que você me diz?
Te escutar. Isso mesmo, apenas te escutar.
Mas não essas versões formais, públicas e lacônicas do seu discurso. Não - quero ouvir tudo o que tem a dizer - tudo mesmo - seu desabafo, sem restrições, censuras, sem eira nem beira, botando pra fora essa tonelada que aperta o seu peito.
Contrariando tudo o que sou, anularia minha impulsividade e nada diria, nada mesmo. Até quando falasse coisas que me provocassem qualquer tipo de reação da minha parte, me calaria, porque não seria a hora.
E quando você não tivesse nada mais a dizer e ao cansar-se até me perguntasse: “satisfeito?” Eu faria mais perguntas a você. E se tivesse sorte, acabaria fazendo as perguntas que você tem tanto medo de se fazer, que você tanto evita. Só perguntas.
Nenhum conselho, nenhum ensino, experiência ou dica. Essas de nada servem com quem não escuta, como você. Minha última esperança é que com as minhas perguntas, ao responder, você encontre as respostas que tanto deseja.
Embora tenha tanto medo de satisfazer seus desejos!
quarta-feira, novembro 08, 2006
Som na caixa, seu mané!
Things go wrong when I trust them
In my naive way I love them
Like you told me to love them
I abide by man made rules
And am a picture of all fools
I have a border of white clues
I use the formulae of everyday
In the floods I stay and get washed away
People talk in nothing
With a reverence in a something
And my heart beats on with indifference
To the lessons of attrition
I am a picture of all fools
I have a border of white clues
I use the formulae of everyday
In the floods I stay and get washed away
formulae of everyday
In the floods I stay and get washed away
terça-feira, novembro 07, 2006
Fio de prosa
Ando cada vez menos propenso a postar aqui, por um motivo muito simples: não querer soar repetitivo.
Talvez seja um mal dos nossos dias, nesses tempos em que tanta informação é disponibilizada, que a gente não se surpreenda mais com qualquer coisa, ou que talvez, numa(s) certa(s) fase(s) da sua vida, os conceitos sejam tão estabelecidos pra você, que qualquer ponderação não passe da mais pura repetição, chover no molhado, no caso do blog, no próprio molhado.
O que, da minha parte, pode parecer uma grande de uma pretensão, afinal, não sei de tudo, aliás, não sei de nada, apenas tenho idéias sobre tudo que me cerca, mas ser a “metamorfose” de conceitos também é um objeto do meu desejo, da minha preferência.
Há de se ressaltar a preguiça e a falta de disciplina, sim, essas duas. Porque escrever requer disciplina. Quantas vezes surgem na minha cabeça posts fantásticos que se perdem até que eu chegue ao computador e, quando chego, em muito perdem o seu frescor e brilho.
Daí talvez, alguém como eu, desemboque na síntese do que é escrever: para mim, escrever é reagir. Ou seja, a rapidez com que escrevo aqui está diretamente ligada com o impacto com que certo assunto me atingiu e pronto. Sendo assunto igual a informação, esse fio de prosa se amarra ao segundo parágrafo e cá estamos, eu a não escrever e vocês(?) a querer(!!!) ler.
Um dia a gente desata esse nó.
P.s. falando em escrever como reação, segue uma frase de Messenger, onde a reação tem que ser rápida. Eu gostei.
“Olha... o que é a fé senão a realização das utopias em Deus?”


