Depois de um bom tempo curtindo férias e a lombeira pós-férias, deixo a preguiça de lado e volto a escrever.
Deve ser s(f)inal dos tempos, mas começo a pensar em que tipo de vida quero pra mim e pros meus. Logo eu, um cara que se contenta com poucas coisas, desde que sejam boas!
De uma forma primária, penso em ter condições de trabalho e de vê-lo realizado, coisa que de forma autônoma nas grandes cidades me parece impossível. Nesse nosso histórico de colônia de exploração, por mais qualificada que seja a mão-de-obra, se é, sempre que possível, posto para baixo em importância.
Penso então em um lugar onde seja mais um, mas não qualquer um. Onde o que faço, não diferente do que os outros fazem, tem seu valor dado de maneira correta e merecida.
Penso também nos valores das coisas. Moro na 31ª cidade mais cara do mundo, a mais cara do Brasil. Muito me revolta pagar caro por coisas básicas, coisas que sei que estão superfaturadas pelo simples fato que, se não pagar, outro pagará, ou seja, não quer gastar tanto? Caia fora!
Penso em poder ir e vir sem ter que ficar preso no trânsito, em sinais coordenados, ruas limpas, em não ter que ter pressa todo o tempo, em poder ser cordial e receber a cordialidade sem medo. Penso em algum lazer sim, mas com bom papo, boa música, leitura e Internet banda larga já me sinto feliz.
E claro, penso onde poderia fazer um bem maior, onde faria diferença.
Chegando lá, todos os amigos estão convidados a visitar.
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
quinta-feira, maio 24, 2007
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4 comentários:
É só avisar aos amigos quando o "lá" tiver C.E.P., por exemplo...
:)
quero estar lá COM vc.
Vamos nos encontrar, antes da partida? Na primeira semana de junho, antes do feriado?
Fica na Paz, um ótimo fds. ;-)
Calma, Elias! Não é pra agora!
Mas esse encontro sempre é bem vindo, vamos marcar sim!
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