Eu não sou uma pessoa boa.
Aliás, não creio que elas existam, Jesus também não cria, como disse no seu encontro com o jovem rico.
Acredito que uma pessoa boa teria que ter o total desconhecimento de como fazer o mal a outrem.
Mas pelo amor ao próximo, convenções sociais, moral e caráter somos impedidos de sermos pessoas 100% más. Podemos até pensar em 1001 maneiras maldosas de nos vingar ou ensinar alguma lição a alguém, mas não o fazemos.
De certa forma, esse lado, o de ver o errado e saber o que poderá ser feito em resposta, é muito fácil, basta ter o seu senso de justiça. No seu exercício e modulação, através dos julgamentos, podemos ser considerados desde pessoas inflexíveis à extremamente misericordiosas com os outros.
Daí o difícil equilíbrio entre a bondade e a justiça. É aquela a responsável pela tolerância e uma atitude muito mais nobre e ausente nos dias de hoje: o perdão.
Realmente admiro as pessoas misericordiosas, as pessoas boas, daquelas que a gente acha que são bobas até. São as que vivem mais, as mais felizes, tranqüilas e populares.
Pena que eu não sou assim. Mas alguém tem que fazer esse trabalho sujo, até Ele me mudar.
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
terça-feira, setembro 06, 2005
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