Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!

sábado, novembro 26, 2005

Netconstrutivismo para imbecis I

Título: Imensidão
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Algo
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
Nada
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sexta-feira, novembro 25, 2005

R.I.P.

Todos seguindo os movimentos do mestre Pat Morita.
Em sua homengaem, cada leitor deverá pegar uma mosca com hachis.

quinta-feira, novembro 24, 2005

Velhos tempos...

Ontem recebi a visita de meu grande amigo Z, acompanhado de sua esposa I que moram em SP, claro, escoltados pelo noivo do ano! Enquanto cumpria minhas obrigações de best man, tivemos uma noite agradabilíssima, o tempo voou entre risadas e causos.

No passado, ao ir embora, sempre que me vistavam aqui em casa, surgia um assunto quente na calçada, que era pretexto pra mais umas duas horas de conversa ali mesmo (no mínimo!).

Desta vez não foi diferente, o assunto surgiu e foi um pouco longe, uns quarenta minutos. Foi quando Z disse.

- Pois é, a tradição das conversas na calçada de Te não se perdeu.
-Mas agora os tempos são outros, duas da matina, temos que ir. Respondi.

A nossa cara de "suspiro preso", a cara de (mais) bobo do noivo do ano e os segundos de silêncio que se seguiram falaram muito alto.

Bons tempos!!!! Obrigado, Senhor, pelo privilégio de tê-los vividos!

quarta-feira, novembro 23, 2005

Som na caixa, seu mané! Pra febre ir embora.

Socorro - Arnaldo Antunes

Socorro, não estou sentindo Nada
Nem medo, nem calor, nem fogo,
Não vai dar mais pra chorar
Nem pra rir

Socorro, alguma alma, mesmo
Que penada, Me empreste suas penas
Já não sinto amor nem dor,
Já não sinto nada

Socorro, alguém me dê um Coração,
Que esse já não bate nem apanha
Por favor, uma emoção pequena,
Qualquer coisa
Qualquer coisa que se sinta,
Tem tantos sentimentos,
deve terAlgum que sirva

Socorro, alguma rua que me Dê sentido,
Em qualquer cruzamento,
Acostamento,Encruzilhada,
Socorro, eu já não sinto nada

Porque essa febre desde quinta e o desânimo que ela causa coroaram minhas maravilhosas férias.

terça-feira, novembro 22, 2005

15 minutos


Quem quer aparecer mais? Responda se for capaz!

segunda-feira, novembro 21, 2005

Carta aberta ao Sr. Obina.

Obina

Por todo um campeonato presenciei sua contribuição ao meu time. Sei, que com alguns pequenos atrasos, milhares de reais foram depositados em sua conta todo esse tempo, lhe dando boa vida e mesa farta (muito bem aproveitada, posso ver). E o que vi em troca da sua parte?

Sua rotunda presença caindo ao menor esforço de marcação.

Uma velocidade compatível a uma tartaruga (aleijada).

Um sem número de gols incríveis... perdidos!

Uma grande contribuição para que meu time quase fosse rebaixado, como o seu antigo time foi (e foi de novo este ano!!!).

Agora o senhor faz um gol e querem lhe transformar em salvador da pátria?!!

No way!!!!

Minha alegria era lhe ver sequer relacionado no banco em vários jogos, tive o prazer de lhe vaiar quando entrava, mesmo para ganhar tempo no fim de jogo. Lhe digo, faria de novo, com todo o ar dos meus pulmões.

Você pode até dizer que como todo baiano, como dizem, fez apenas o necessário para tirar o meu time do buraco. Mas o flamengo sempre foi um time de se fazer mais do que o necessário. Por exemplo, conhece a história de um jogador chamado Zico e de sua via crucis para voltar a jogar? Ou de um lateral chamado Júnior, que atrasou sua aposentadoria para dar um título nacional ao meu time?

Nos meus desejos para 2006, inclue-se a sua partida para bem longe, para junto de malas do passado como Dimba, Palhinha, Caio, Gaúcho...

E que volte o bom futebol!

quinta-feira, novembro 17, 2005

Insonia...

Faz tempo que não me visitava!

Som na caixa, seu mané

Não recebo em dólar - Frank Jorge


Não recebo em dólar
O que a vida tem pra me dar
Mas eu pago bastante
Pago pra não me incomodar

Não cultivo rancores
Mesmo decepcionado
O perfume é o que vejo nas flores
Tristeza, ficou no passado

Sim, sou um homem correto
desconheço a tirania
se a raiva brota do concreto
me defendo com alegria
e amor

Não recebo em dólar
O que a vida tem pra me dar
Mas eu pago bastante
Pago pra não me incomodar

Não espero milagres
Das pessoas na selva de pedra
Mas ainda acredito
No dedo de Deus
Nos seres humanos

Não recebo em dólar

quarta-feira, novembro 16, 2005

Who watches the watchmen?


Quem vigia as sentinelas?



O moto da série de HQ Watchmen, de Allan Moore, trata de uma realidade da guerra fria, onde super – heróis eram armas de destruição em massa, grandes poderes destinados a manter a ordem, mas, que na verdade, causavam um medo ainda maior por serem incontroláveis pelo poder que possuíam.

Manter a ordem, hoje e sempre tem sido uma necessidade social, o que me espanta é a evidência dos mecanismos criados para este fim, verdadeiras sentinelas: CPIs, auditorias, imprensa, comissões de ética...

De maneira nenhuma sou contra a existência destes, mas quem garante o limite entre a denúncia fundamentada e a leviana? Quem é capaz de distinguir entre investigação e denuncismo? Quem vigia a sentinela em tempos em que a população / platéia está tão “ávida por sangue”, por anos e anos de injustiça e corrupção generalizada, ou por um moralismo hipócrita, em que alguns valores são apaixonadamente defendidos enquanto outros, tão importantes quanto, são solenemente postos de lado?

Quem são os vigilantes? São sempre pessoas idôneas e imparciais? Possuem sempre o distanciamento ético necessário ao tratar de assuntos pertinentes?

Muitas vezes não.

O que observo hoje é o exercício da vigilância baseado no antagonismo (dentre estes a oposição política), no sensacionalismo visando à publicidade e, é claro, nos rancores que se originam sabe lá o porquê.

Que bom que temos as sentinelas! Antes, aqui no Brasil, sequer as tínhamos, mas agora, quem prepara e escolhe as sentinelas? E ainda, quem vigia as sentinelas?

Será que chegou o tempo em que, todos nós, teremos medos das sentinelas?

Lucky shot

Enseada de Botafogo, vista do Parque das Ruínas
Santa Tereza, Rio de Janeiro, RJ
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