Desconfie de quem escreve textos pessoais pela madrugada.
Ooops!
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
quarta-feira, março 14, 2012
terça-feira, março 13, 2012
Um dia como outro qualquer
Ou não.
Poderia ter sido um dia de júbilo.
Poderia ter sido um dia de tripúdio.
Poderia ter sido um dia de extravassar.
Poderia ser um dia de sentimentos ruins voltarem.
Decerto que foi, por muito tempo, um dia aguardado. Era um dia que certamente viria.
Mas quando chegou foi um dia normal.
Protocolar, formal e seco.
Mesmo que eu quisesse ou até forçasse, não sentiria nada hoje.
Nada que cause espanto, afinal, essa é a marca daquele grande fichário de coisas que se escondem e se resumem em uma categoria.
Um fichário chamado passado.
E quem é que pode dizer que ter a burocracia do passado da sua vida tão organizado não é algo grande?
Pensando bem, o fato do dia ter chegado e ter sido um dia comum, faça dele um dia especial.
Ps.: Volto a esse lugar, palco de parte dessa história.
Poderia ter sido um dia de júbilo.
Poderia ter sido um dia de tripúdio.
Poderia ter sido um dia de extravassar.
Poderia ser um dia de sentimentos ruins voltarem.
Decerto que foi, por muito tempo, um dia aguardado. Era um dia que certamente viria.
Mas quando chegou foi um dia normal.
Protocolar, formal e seco.
Mesmo que eu quisesse ou até forçasse, não sentiria nada hoje.
Nada que cause espanto, afinal, essa é a marca daquele grande fichário de coisas que se escondem e se resumem em uma categoria.
Um fichário chamado passado.
E quem é que pode dizer que ter a burocracia do passado da sua vida tão organizado não é algo grande?
Pensando bem, o fato do dia ter chegado e ter sido um dia comum, faça dele um dia especial.
Ps.: Volto a esse lugar, palco de parte dessa história.
domingo, agosto 29, 2010
The Swell Season - vivo rio 28/08/2010
Pra início de conversa, fui mais por my D, porque ia ser um show fofo, como é o filme "once", mas olha, foi além das minhas expectativas.
Quem abriu foram os "varandistas", que é a Maria Gadu mais uns caras, fazendo um show banquinho e violão que não se sustentou mais que a meia hora que rolou. A som livre tá bancando e ao que parece tá hypado no circuitinho dos novos atores globais.
Agora, vamos ao SS. Tem que se elogiar a potência de voz do Glen Hansard. O cara começa o show cantando no gogó e com o violão desplugado e todo vivo rio escuta perfeitamente. O cara é muito carismático, mostra gostar do que faz e cria um contraste muito interessante com a Marketa Irglova, que é muito tímida e é a responsável por todos os momentos intimistas do show. Mas os dois foram muitos simpáticos, falando bastante em português até.
O show teve as músicas do filme, umas duas do the frames, uma cover do Van Morrison, uma música instrumental celta pelo violinista da banda, usando violino e samplers.
Pontos altos: a história que Marketa conta de como todos ficaram com a língua dormente quando comeram castanha de cajú "in natura" aqui no Rio, a história de Glen dando de presente de natal uma cova para a sua namorada gótica. O bis com Caetano (curucucu paloma, por Marketa) e Kraftwerk (the model, por Glen) em rítmo de bolero e eles pensando que estavam tocando samba, chamaram umas meninas pra dançar no palco, que rebocaram a tímida Marketa pra roda.
Depois, num momento jabá, chamaram os tais dos varandistas de volta pra cantar umas músicas na base do violão desplugado e sem microfone.
Bom show!
Quem abriu foram os "varandistas", que é a Maria Gadu mais uns caras, fazendo um show banquinho e violão que não se sustentou mais que a meia hora que rolou. A som livre tá bancando e ao que parece tá hypado no circuitinho dos novos atores globais.
Agora, vamos ao SS. Tem que se elogiar a potência de voz do Glen Hansard. O cara começa o show cantando no gogó e com o violão desplugado e todo vivo rio escuta perfeitamente. O cara é muito carismático, mostra gostar do que faz e cria um contraste muito interessante com a Marketa Irglova, que é muito tímida e é a responsável por todos os momentos intimistas do show. Mas os dois foram muitos simpáticos, falando bastante em português até.
O show teve as músicas do filme, umas duas do the frames, uma cover do Van Morrison, uma música instrumental celta pelo violinista da banda, usando violino e samplers.
Pontos altos: a história que Marketa conta de como todos ficaram com a língua dormente quando comeram castanha de cajú "in natura" aqui no Rio, a história de Glen dando de presente de natal uma cova para a sua namorada gótica. O bis com Caetano (curucucu paloma, por Marketa) e Kraftwerk (the model, por Glen) em rítmo de bolero e eles pensando que estavam tocando samba, chamaram umas meninas pra dançar no palco, que rebocaram a tímida Marketa pra roda.
Depois, num momento jabá, chamaram os tais dos varandistas de volta pra cantar umas músicas na base do violão desplugado e sem microfone.
Bom show!
quarta-feira, agosto 26, 2009
segunda-feira, agosto 24, 2009
terça-feira, julho 21, 2009
domingo, julho 12, 2009
sexta-feira, novembro 28, 2008
sábado, agosto 16, 2008
Assinar:
Postagens (Atom)





