E o coração a bater do mesmo jeito
tum tum tum tum
Um mesmo compasso marcando a vida
tum tum tum tum
Fazia tempo que algo chacoalhara seu peito
Nenhum susto, nenhuma surpresa, nada
Nada que fizesse um som diferente
Nenhuma batida forte pra alegrar o dia: TUM!
Lembrou do passado
Quando às vezes por um motivo bobo até
O coração se alegrava a tocar
TUM! TUM! TUM! TUM!
Coisa doida era aquela! Pensou
Mas doideira boa, daquelas que faz perder o ar
E o peito tão disparado, batendo tão forte: TUM!
Que com medo de morrer fazia dizer: calma!
Calma, coração! Tenha calma!
Calma, muita calma!
Calma!
Calma!
Calma!
Não só o coração, mas tudo mais acalmou-se
Numa mesma vida, mesma rotina
Mesmo emprego, mesmo salário
Mesmos caminhos, mesma ida e mesma volta
Mesmo amor e o mesmo coração a bater sossegado
tum tum tum tum
tum tum tum tum
tum tum tum tum
tum tum tum...
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
terça-feira, setembro 05, 2006
sábado, setembro 02, 2006
quinta-feira, agosto 31, 2006
E agora mais essa!
A proposta do blog day é popularizar estes sites, através de indicação dos blogs preferidos do dono do blog. Por falta de tempo, não linkarei os meus agora, mas os visitantes tem a área de comentários pra fazerem suas indicações, ok?
Ah sim! Parabéns para nós, blogueiros de todas as estirpes e idades!
Sem tempo pra escrever? Então, tome poesia!
Todas as Cartas de Amor são Ridículas - Álvaro de Campos
Todas as cartas de amor são Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor É que são Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente Ridículas.)
Todas as cartas de amor são Ridículas.
Não seriam cartas de amor se não fossem Ridículas.
Também escrevi em meu tempo cartas de amor,
Como as outras, Ridículas.
As cartas de amor, se há amor,
Têm de ser Ridículas.
Mas, afinal,
Só as criaturas que nunca escreveram
Cartas de amor É que são Ridículas.
Quem me dera no tempo em que escrevia
Sem dar por isso
Cartas de amor Ridículas.
A verdade é que hoje
As minhas memórias
Dessas cartas de amor
É que são Ridículas.
(Todas as palavras esdrúxulas,
Como os sentimentos esdrúxulos,
São naturalmente Ridículas.)
sábado, agosto 26, 2006
Frase do dia, quer dizer, da noite
Uma frase velha conhecida minha voltou a povoar minha mente nesta noite.
"Pode-se enganar algumas pessoas por algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas por todo o tempo."
"Pode-se enganar algumas pessoas por algum tempo, mas não se pode enganar todas as pessoas por todo o tempo."
Abraham Lincoln
quarta-feira, agosto 16, 2006
Hoje eu li...
Pesquisa revela alto grau de desconhecimento cultural em americanos
Uma pesquisa encomendada pela AOL e conduzida nos Estados Unidos pela Zogby International, por uma das mais reputadas firmas neste segmento, revelou uma realidade constrangedora para aquele país: a descartável chamada cultura pop tem aparentemente mais penetração na sociedade americana do que a real cultura.
Por exemplo, mais americanos demonstram ter conhecimento a respeito de Harry Potter (57%), o menino mago personagem de JK Rowling, do que Tony Blair (49%), o primeiro ministro britânico. Os americanos tem mais cultura sobre o seriado "Os Simpsons" (64% sabem sabem, por exemplo que Bart é o nome do filho de Homer) do que sobre literatura clássica (neste caso, só 20% conhecem a obra de Homero). Com relação ao nosso sistema solar, só 37% sabem que Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. Em contrapartida, quando se fala do planeta natal do Super-Homem, 60% responderam corretamente que este se chama Kripton. Talvez o resultado mais estarrecedor foi o fato de 74% dos americanos saberem de cor o nome dos personagens dos "Três Patetas" (Larry, Curly and Moe) e apenas 42% responderem com precisão os três poderes do governo, Executivo, Legislativo e Judiciário.
Já se desconfiava há tempos de um certo descaso por parte do americano mediano em relação ao resto do mundo e suas diversas culturas (por exemplo, aquele clássico "A capital do Brasil é Buenos Aires"), mas na verdade não é o que espera do um país que detém a hegemonia mundial, supremacia econômica e militar.
Os americanos se defendem. "Estes resultados não medem o quanto os americanos são idiotas ('dumb', em inglês), mas servem para entender a penetração efetiva da cultura pop -- justifica o professor Robert Thompson, do Bleier Centre for Television and Popular Culture em Syracuse, Nova York, que serviu de consultor para os pesquisadores da Zogby nesta pesquisa.
- Será?
Para quem tiver curiosidade, anexei o resultado do relatório de pesquisa divulgado pela Zogbi International.
Link da matéria: http://oglobo.globo.com/blogs/paralelos/
Uma pesquisa encomendada pela AOL e conduzida nos Estados Unidos pela Zogby International, por uma das mais reputadas firmas neste segmento, revelou uma realidade constrangedora para aquele país: a descartável chamada cultura pop tem aparentemente mais penetração na sociedade americana do que a real cultura.
Por exemplo, mais americanos demonstram ter conhecimento a respeito de Harry Potter (57%), o menino mago personagem de JK Rowling, do que Tony Blair (49%), o primeiro ministro britânico. Os americanos tem mais cultura sobre o seriado "Os Simpsons" (64% sabem sabem, por exemplo que Bart é o nome do filho de Homer) do que sobre literatura clássica (neste caso, só 20% conhecem a obra de Homero). Com relação ao nosso sistema solar, só 37% sabem que Mercúrio é o planeta mais próximo do Sol. Em contrapartida, quando se fala do planeta natal do Super-Homem, 60% responderam corretamente que este se chama Kripton. Talvez o resultado mais estarrecedor foi o fato de 74% dos americanos saberem de cor o nome dos personagens dos "Três Patetas" (Larry, Curly and Moe) e apenas 42% responderem com precisão os três poderes do governo, Executivo, Legislativo e Judiciário.
Já se desconfiava há tempos de um certo descaso por parte do americano mediano em relação ao resto do mundo e suas diversas culturas (por exemplo, aquele clássico "A capital do Brasil é Buenos Aires"), mas na verdade não é o que espera do um país que detém a hegemonia mundial, supremacia econômica e militar.
Os americanos se defendem. "Estes resultados não medem o quanto os americanos são idiotas ('dumb', em inglês), mas servem para entender a penetração efetiva da cultura pop -- justifica o professor Robert Thompson, do Bleier Centre for Television and Popular Culture em Syracuse, Nova York, que serviu de consultor para os pesquisadores da Zogby nesta pesquisa.
- Será?
Para quem tiver curiosidade, anexei o resultado do relatório de pesquisa divulgado pela Zogbi International.
Link da matéria: http://oglobo.globo.com/blogs/paralelos/
segunda-feira, agosto 14, 2006
Link legal

www.pandora.com
Já pensou em uma rádio online especialmente criada para o seu gosto musical? Pois bem, este site é exatamente isso e muito fácil de usar.
Indique a banda que você mais goste, ou cujo gênero você quer ouvir e ele cria uma rádio respeitando as características musicais deste artista. O melhor é que ela diz porque tal artista está na playlist e você pode interagir, elogiando e descartando a escolha da rádio, o que pode fazer com que determinado artista apareça mais ou menos vezes.
Depois de algumas músicas, ela pede que você registre, coisa mole, mas ela pede seu ZIP code, pois só funciona pros EUA, use o código 00000, que tudo funciona tranquilo. Outra coisa, há duas opções de rádio: com comerciais, mas gratúita pra você e sem comerciais, sob uma assinatura. Em banda larga tá funcionando que é uma beleza.
Post escrito ao som da Jeff Buckley radio.
sexta-feira, agosto 11, 2006
quarta-feira, agosto 09, 2006
segunda-feira, agosto 07, 2006
Orgulho besta
Você tanto fez/Que me chamou a atenção
Nem precisava gritar/nunca te ignorei
Pra que tanto barulho?/pra que tanto esforço e empenho?/pra me deixar triste?
É!/triste sim!/como muitas vezes fiquei com você
Como muitas vezes reclamei/gritei/até judiei de você/pra ver se aprendia
E eu/triste!/triste!/triste!/só fiz lamentar pela tua vida/esses anos todos
Ontem/você me pediu pra te ver/e acabou
Que meu olhar foi mais fundo/do que queria
Olha só!/até quem não te gosta/tenta te entender
Pode até não ser as certas/mas você tem respostas
Mas por que descontar Nele?/qué que Ele te fez?
Que passo é esse?/contrário ao da fé?
Pra que/me chamar/se agora/eu só posso é ver
É por que/nesta altura do campeonato/você descobriu
Que agora/só lamento/quando olho/pra você?
Nem precisava gritar/nunca te ignorei
Pra que tanto barulho?/pra que tanto esforço e empenho?/pra me deixar triste?
É!/triste sim!/como muitas vezes fiquei com você
Como muitas vezes reclamei/gritei/até judiei de você/pra ver se aprendia
E eu/triste!/triste!/triste!/só fiz lamentar pela tua vida/esses anos todos
Ontem/você me pediu pra te ver/e acabou
Que meu olhar foi mais fundo/do que queria
Olha só!/até quem não te gosta/tenta te entender
Pode até não ser as certas/mas você tem respostas
Mas por que descontar Nele?/qué que Ele te fez?
Que passo é esse?/contrário ao da fé?
Pra que/me chamar/se agora/eu só posso é ver
É por que/nesta altura do campeonato/você descobriu
Que agora/só lamento/quando olho/pra você?
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