Sim reencontrei a pedra, ela está agora coberta de grama e já não está mais tão convidativa como antes. Mas nada como uma canga bem colocada e os braços da sua amada pra você deixar a pedra no passado, onde todas devem estar.
Aliás, este dia, o da pedra, foi um dia especial, de aniversário, e eu e my Dearest passamos um dia maravilhoso: fomos à praia que considero a mais linda que já fui na vida, vimos o por do sol mais cinematográfico que já presenciei e fechamos o dia com um jantar, literalmente, dos sonhos! Foi um dia como estes devem ser, como aqueles que marcam novas etapas, mais profundas e fundamentadas, do nosso relacionamento.
O reencontro com a realidade foi o esperado, nada mudou. Aqui no blog, as coisas evoluem como o esperado, como já visto antes, mas qual foi a minha surpresa em saber que os dias passados seriam uma capacitação pra ser suporte de uma dor que sequer vislumbrei: a da morte e dos sonhos interrompidos. Deus me dê forças pra noite que se aproxima!
Referências que não são a verdade, mas baseadas nela. Marcos pra que eu lembre da minha vida no futuro e não me esqueça... de nada!
quinta-feira, outubro 13, 2005
sexta-feira, outubro 07, 2005
quarta-feira, outubro 05, 2005
Hoje eu li...
Na verdade, ontem.
"A neurose é sempre uma substituta do sofrimento legítimo".
Carl Jung
domingo, outubro 02, 2005
Alma

Não, ela não é minha alma gêmea.
Temos tanto em comum, mas somos tão diferentes!
Ela me diz que sou muito do que ela pediu a Deus.
E ela é tão diferente do que eu achava que era o ideal pra mim!
Mas quando nos olhamos, pra valer, lá no fundo da alma.
Vemos algo de bom um no outro, algo admirável.
Vemos a busca pelo novo, admirando o que já existe.
Vemos a quebra dos paradigmas, firmados nas verdades absolutas.
Vemos a busca da santidade, sabendo que somos apenas pessoas.
Ela é minha irmã
Ela é minha amiga
Ela é minha irmã de dores (e não é a que você causa, vigilante)
Ela é meu amor
Pra vocês, ela é apenas D
Pra mim, my Dearest
Que eu amo tanto!
Menos que a Cristo, mas mais do que tudo.
Chega outubro e com ele a esperança
Drummond disse: "As palavras nos faltam quando são preciosas e sobram quando desnecessárias".
Nesse momento em que não devo falar, é melhor que Ele fale, através deste texto que tanto marca a minha vida.
Lamentações de Jeremias 3
1 Eu sou o homem que viu a aflição pela vara do furor de Deus.
2 Ele me levou e me fez andar em trevas e não na luz.
3 Deveras ele volveu contra mim a mão, de contínuo, todo o dia.
4 Fez envelhecer a minha carne e a minha pele, despedaçou os meus ossos.
5 Edificou contra mim e me cercou de veneno e de dor.
6 Fez-me habitar em lugares tenebrosos, como os que estão mortos para sempre.
7 Cercou-me de um muro, e já não posso sair; agravou-me com grilhões de bronze.
8 Ainda quando clamo e grito, ele não admite a minha oração.
9 Fechou os meus caminhos com pedras lavradas, fez tortuosas as minhas veredas.
10 Fez-se-me como urso à espreita, um leão de emboscada.
11 Desviou os meus caminhos e me fez em pedaços; deixou-me assolado.
12 Entesou o seu arco e me pôs como alvo à flecha.
13 Fez que me entrassem no coração as flechas da sua aljava.
14 Fui feito objeto de escárnio para todo o meu povo e a sua canção, todo o dia.
15 Fartou-me de amarguras, saciou-me de absinto.
16 Fez-me quebrar com pedrinhas de areia os meus dentes, cobriu-me de cinza.
17 Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem.
18 Então, disse eu: já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no SENHOR.
19 Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do veneno.
20 Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim.
21 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.
22 As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;
23 renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.
24 A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.
25 Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca.
26 Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio.
27 Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade.
28 Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto esse jugo Deus pôs sobre ele;
29 ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança.
30 Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta.
31 O Senhor não rejeitará para sempre;
32 pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias;
33 porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.
34 Pisar debaixo dos pés a todos os presos da terra,
35 perverter o direito do homem perante o Altíssimo,
36 subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?
37 Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?
38 Acaso, não procede do Altíssimo tanto o mal como o bem?
39 Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.
40 Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR.
41 Levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus, dizendo:
42 Nós prevaricamos e fomos rebeldes, e tu não nos perdoaste.
43 Cobriste-nos de ira e nos perseguiste; e sem piedade nos mataste.
44 De nuvens te encobriste para que não passe a nossa oração.
45 Como cisco e refugo nos puseste no meio dos povos.
46 Todos os nossos inimigos abriram contra nós a boca.
47 Sobre nós vieram o temor e a cova, a assolação e a ruína.
48 Dos meus olhos se derramam torrentes de águas, por causa da destruição da filha do meu povo.
49 Os meus olhos choram, não cessam, e não há descanso,
50 até que o SENHOR atenda e veja lá do céu.
51 Os meus olhos entristecem a minha alma, por causa de todas as filhas da minha cidade.
52 Caçaram-me, como se eu fosse ave, os que sem motivo são meus inimigos.
53 Para me destruírem, lançaram-me na cova e atiraram pedras sobre mim.
54 Águas correram sobre a minha cabeça; então, disse: estou perdido!
55 Da mais profunda cova, SENHOR, invoquei o teu nome.
56 Ouviste a minha voz; não escondas o ouvido aos meus lamentos, ao meu clamor.
57 De mim te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas.
58 Pleiteaste, Senhor, a causa da minha alma, remiste a minha vida.
59 Viste, SENHOR, a injustiça que me fizeram; julga a minha causa.
60 Viste a sua vingança toda, todos os seus pensamentos contra mim.
61 Ouviste as suas afrontas, SENHOR, todos os seus pensamentos contra mim;
62 as acusações dos meus adversários e o seu murmurar contra mim, o dia todo.
63 Observa-os quando se assentam e quando se levantam; eu sou objeto da sua canção.
64 Tu lhes darás a paga, SENHOR, segundo a obra das suas mãos.
65 Tu lhes darás cegueira de coração, a tua maldição imporás sobre eles.
66 Na tua ira, os perseguirás, e eles serão eliminados de debaixo dos céus do SENHOR.
Nesse momento em que não devo falar, é melhor que Ele fale, através deste texto que tanto marca a minha vida.
Lamentações de Jeremias 3
1 Eu sou o homem que viu a aflição pela vara do furor de Deus.
2 Ele me levou e me fez andar em trevas e não na luz.
3 Deveras ele volveu contra mim a mão, de contínuo, todo o dia.
4 Fez envelhecer a minha carne e a minha pele, despedaçou os meus ossos.
5 Edificou contra mim e me cercou de veneno e de dor.
6 Fez-me habitar em lugares tenebrosos, como os que estão mortos para sempre.
7 Cercou-me de um muro, e já não posso sair; agravou-me com grilhões de bronze.
8 Ainda quando clamo e grito, ele não admite a minha oração.
9 Fechou os meus caminhos com pedras lavradas, fez tortuosas as minhas veredas.
10 Fez-se-me como urso à espreita, um leão de emboscada.
11 Desviou os meus caminhos e me fez em pedaços; deixou-me assolado.
12 Entesou o seu arco e me pôs como alvo à flecha.
13 Fez que me entrassem no coração as flechas da sua aljava.
14 Fui feito objeto de escárnio para todo o meu povo e a sua canção, todo o dia.
15 Fartou-me de amarguras, saciou-me de absinto.
16 Fez-me quebrar com pedrinhas de areia os meus dentes, cobriu-me de cinza.
17 Afastou a paz de minha alma; esqueci-me do bem.
18 Então, disse eu: já pereceu a minha glória, como também a minha esperança no SENHOR.
19 Lembra-te da minha aflição e do meu pranto, do absinto e do veneno.
20 Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim.
21 Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.
22 As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim;
23 renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade.
24 A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto, esperarei nele.
25 Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca.
26 Bom é aguardar a salvação do SENHOR, e isso, em silêncio.
27 Bom é para o homem suportar o jugo na sua mocidade.
28 Assente-se solitário e fique em silêncio; porquanto esse jugo Deus pôs sobre ele;
29 ponha a boca no pó; talvez ainda haja esperança.
30 Dê a face ao que o fere; farte-se de afronta.
31 O Senhor não rejeitará para sempre;
32 pois, ainda que entristeça a alguém, usará de compaixão segundo a grandeza das suas misericórdias;
33 porque não aflige, nem entristece de bom grado os filhos dos homens.
34 Pisar debaixo dos pés a todos os presos da terra,
35 perverter o direito do homem perante o Altíssimo,
36 subverter ao homem no seu pleito, não o veria o Senhor?
37 Quem é aquele que diz, e assim acontece, quando o Senhor o não mande?
38 Acaso, não procede do Altíssimo tanto o mal como o bem?
39 Por que, pois, se queixa o homem vivente? Queixe-se cada um dos seus próprios pecados.
40 Esquadrinhemos os nossos caminhos, provemo-los e voltemos para o SENHOR.
41 Levantemos o coração, juntamente com as mãos, para Deus nos céus, dizendo:
42 Nós prevaricamos e fomos rebeldes, e tu não nos perdoaste.
43 Cobriste-nos de ira e nos perseguiste; e sem piedade nos mataste.
44 De nuvens te encobriste para que não passe a nossa oração.
45 Como cisco e refugo nos puseste no meio dos povos.
46 Todos os nossos inimigos abriram contra nós a boca.
47 Sobre nós vieram o temor e a cova, a assolação e a ruína.
48 Dos meus olhos se derramam torrentes de águas, por causa da destruição da filha do meu povo.
49 Os meus olhos choram, não cessam, e não há descanso,
50 até que o SENHOR atenda e veja lá do céu.
51 Os meus olhos entristecem a minha alma, por causa de todas as filhas da minha cidade.
52 Caçaram-me, como se eu fosse ave, os que sem motivo são meus inimigos.
53 Para me destruírem, lançaram-me na cova e atiraram pedras sobre mim.
54 Águas correram sobre a minha cabeça; então, disse: estou perdido!
55 Da mais profunda cova, SENHOR, invoquei o teu nome.
56 Ouviste a minha voz; não escondas o ouvido aos meus lamentos, ao meu clamor.
57 De mim te aproximaste no dia em que te invoquei; disseste: Não temas.
58 Pleiteaste, Senhor, a causa da minha alma, remiste a minha vida.
59 Viste, SENHOR, a injustiça que me fizeram; julga a minha causa.
60 Viste a sua vingança toda, todos os seus pensamentos contra mim.
61 Ouviste as suas afrontas, SENHOR, todos os seus pensamentos contra mim;
62 as acusações dos meus adversários e o seu murmurar contra mim, o dia todo.
63 Observa-os quando se assentam e quando se levantam; eu sou objeto da sua canção.
64 Tu lhes darás a paga, SENHOR, segundo a obra das suas mãos.
65 Tu lhes darás cegueira de coração, a tua maldição imporás sobre eles.
66 Na tua ira, os perseguirás, e eles serão eliminados de debaixo dos céus do SENHOR.
sexta-feira, setembro 30, 2005
Alguns fatos
Pra que pessoas tomadas pela emoção não façam julgamentos apressados e errados, certos esclarecimentos são necessários.
Quem sabe da existência deste blog?
Além do autor, inicialmente apenas pessoas convidadas, ou por indicação de um outro visitante ou também pessoas que sabem qual é a identidade do autor e vêem o link para cá presente no perfil deste em sites de relacionamento, como o orkut, pois este perfil é público. Uma outra forma, é pela busca do Blogger, mas a pessoa teria que saber, pelo menos, o nome deste blog ou minha ID do Blogger.
Como conseguir este link?
Se não foi convidado ou encaminhado para cá, apenas INDO ao meu perfil em um site de relacionamento, o que os meus amigos podem fazer, ou fazendo a busca pelo blog, na página inicial do Blogger. Ou seja, nestes últimas duas formas, a iniciativa é de quem o procurou. O que não impede de uma pessoa má intencionada, que me conheça, facilmente obter este link, destas mesmas formas e criar confusão.
Posso chegar aqui por acaso?
Não. Você tem que conseguir o endereço das formas citadas acima. Qualquer dúvida, converse com qualquer técnico em informática.
A que se destina o blog?
Como o cabeçalho dele muito bem diz, é um diário pessoal meu, expressa fatos da minha vida e o meu pensar, como qualquer blog. Por motivos de privacidade minha e alheia, o nome de ninguém é exposto aqui. Mesmo em comentários, ao menos que seja do desejo expresso do escritor deste. Em qualquer situação de agressão a qualquer pessoa, mesmo infundada, há a modificação ou remoção do post que a causou.
Por que determinado comentário foi retirado?
Porque expôs alguém indevidamente ou foi ofensivo a mim ou a outrem. Mas todos os comentários deste blog também são enviados a mim na forma de e-mail, arquivados se desejados (os ofensivos sempre o são), até mesmo para uma possível averiguação do IP, que é o endereço da Internet. O IP pode me dar inclusive a localização geográfica do PC utilizado nestas postagens e comparar com outras postagens em diferentes momentos.
Por que esse post afinal?
Porque desde o dia 21 deste mês este blog tem recebido postagens ofensivas quase que diárias. Elas são prontamente apagadas. Estas foram inicialmente anônimas, mas desde ontem passaram a ser identificadas. Também recebi ameaças. Devo esclarecer que pessoas de minha total confiança têm conhecimento de todo o ocorrido, inclusive sendo municiadas com cópias de todos os e-mails agressivos ao autor do blog. Ou seja, se algo acontecer a mim...
Para finalizar, quero dizer que para cada história há dois lados. Cada afirmação minha é documentada e fundamentada. A quem interessa, deveria se preocupar em saber se isso existe do outro. A Internet é um território livre para expressão e opinião, é democrático, mas deve ser respeitoso acima de tudo. Por isso, sempre que cabível haverá modificações para promover a paz aqui.
Se for do seu interesse (e o senhor sabe que é consigo que falo agora), lhe envio todos os e-mails anônimos que me ofenderam, até para a sua própria investigação, se quiser. E lhe deixo a pergunta no ar: como ela soube que eu tinha um blog, se eu não tenho contato nenhum com ela há quase um ano?
Por respeito a sua pessoa e de sua esposa, modifiquei o post, que era claramente uma isca pra pegar o anônimo agressor, de quem já suspeitava. Objetivo alcançado, post prontamente modificado. Qualquer outro esclarecimento sobre o assunto, por favor, por e-mail. Só fiz essa postagem, que é aberta a outros, porque infelizmente não foi me dada forma de retorno mais discreta.
Para mostrar que não há nenhuma atitude incoerente no que digo, favor visitar aqui e aqui.
Peço desculpas aos que nada tem a ver com isso. Espero realmente que isso não se repita.
Nunca mais.
Quem sabe da existência deste blog?
Além do autor, inicialmente apenas pessoas convidadas, ou por indicação de um outro visitante ou também pessoas que sabem qual é a identidade do autor e vêem o link para cá presente no perfil deste em sites de relacionamento, como o orkut, pois este perfil é público. Uma outra forma, é pela busca do Blogger, mas a pessoa teria que saber, pelo menos, o nome deste blog ou minha ID do Blogger.
Como conseguir este link?
Se não foi convidado ou encaminhado para cá, apenas INDO ao meu perfil em um site de relacionamento, o que os meus amigos podem fazer, ou fazendo a busca pelo blog, na página inicial do Blogger. Ou seja, nestes últimas duas formas, a iniciativa é de quem o procurou. O que não impede de uma pessoa má intencionada, que me conheça, facilmente obter este link, destas mesmas formas e criar confusão.
Posso chegar aqui por acaso?
Não. Você tem que conseguir o endereço das formas citadas acima. Qualquer dúvida, converse com qualquer técnico em informática.
A que se destina o blog?
Como o cabeçalho dele muito bem diz, é um diário pessoal meu, expressa fatos da minha vida e o meu pensar, como qualquer blog. Por motivos de privacidade minha e alheia, o nome de ninguém é exposto aqui. Mesmo em comentários, ao menos que seja do desejo expresso do escritor deste. Em qualquer situação de agressão a qualquer pessoa, mesmo infundada, há a modificação ou remoção do post que a causou.
Por que determinado comentário foi retirado?
Porque expôs alguém indevidamente ou foi ofensivo a mim ou a outrem. Mas todos os comentários deste blog também são enviados a mim na forma de e-mail, arquivados se desejados (os ofensivos sempre o são), até mesmo para uma possível averiguação do IP, que é o endereço da Internet. O IP pode me dar inclusive a localização geográfica do PC utilizado nestas postagens e comparar com outras postagens em diferentes momentos.
Por que esse post afinal?
Porque desde o dia 21 deste mês este blog tem recebido postagens ofensivas quase que diárias. Elas são prontamente apagadas. Estas foram inicialmente anônimas, mas desde ontem passaram a ser identificadas. Também recebi ameaças. Devo esclarecer que pessoas de minha total confiança têm conhecimento de todo o ocorrido, inclusive sendo municiadas com cópias de todos os e-mails agressivos ao autor do blog. Ou seja, se algo acontecer a mim...
Para finalizar, quero dizer que para cada história há dois lados. Cada afirmação minha é documentada e fundamentada. A quem interessa, deveria se preocupar em saber se isso existe do outro. A Internet é um território livre para expressão e opinião, é democrático, mas deve ser respeitoso acima de tudo. Por isso, sempre que cabível haverá modificações para promover a paz aqui.
Se for do seu interesse (e o senhor sabe que é consigo que falo agora), lhe envio todos os e-mails anônimos que me ofenderam, até para a sua própria investigação, se quiser. E lhe deixo a pergunta no ar: como ela soube que eu tinha um blog, se eu não tenho contato nenhum com ela há quase um ano?
Por respeito a sua pessoa e de sua esposa, modifiquei o post, que era claramente uma isca pra pegar o anônimo agressor, de quem já suspeitava. Objetivo alcançado, post prontamente modificado. Qualquer outro esclarecimento sobre o assunto, por favor, por e-mail. Só fiz essa postagem, que é aberta a outros, porque infelizmente não foi me dada forma de retorno mais discreta.
Para mostrar que não há nenhuma atitude incoerente no que digo, favor visitar aqui e aqui.
Peço desculpas aos que nada tem a ver com isso. Espero realmente que isso não se repita.
Nunca mais.
quinta-feira, setembro 29, 2005
Kabuki

Por que as pessoas insistem em usar suas máscaras? Por que não se assumem de vez? Por que não admitem que têm defeitos, como todo mundo?
Chega a ser irônico até, porque as máscaras, por mais bem construídas que sejam, caem nos momentos de crise, simplesmente não dá pra conciliar esses dois esforços: manter a aparência e enfrentar a crise.
Não quero parecer o bonzão nesse assunto, mas eu prefiro mesmo ter o defeito oposto: ser sincero e transparente demais. Vai me dar mais anos de vida.
quarta-feira, setembro 28, 2005
Hoje, oito e meia da manhã.
Salmos 116
1 Amo o SENHOR, porque ele ouve a minha voz e as minhas súplicas.
2 Porque inclinou para mim os seus ouvidos, invocá-lo-ei enquanto eu viver.
3 Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza.
4 Então, invoquei o nome do SENHOR: ó SENHOR, livra-me a alma.
5 Compassivo e justo é o SENHOR; o nosso Deus é misericordioso.
6 O SENHOR vela pelos simples; achava-me prostrado, e ele me salvou.
7 Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo.
8 Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas, os meus olhos, da queda, os meus pés.
9 Andarei na presença do SENHOR, na terra dos viventes.
10 Eu cria, ainda que disse: estive sobremodo aflito.
11 Eu disse na minha perturbação: todo homem é mentiroso.
12 Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?
13 Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR.
14 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo.
15 Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos.
16 SENHOR, deveras sou teu servo, teu servo, filho da tua serva; quebraste as minhas cadeias.
17 Oferecer-te-ei sacrifícios de ações de graças e invocarei o nome do SENHOR.
18 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo,
19 nos átrios da Casa do SENHOR, no meio de ti, ó Jerusalém. Aleluia!
Muito obrigado, meu Deus, porque não me deixas esquecer do que me livraste no passado, para que eu dê o devido valor ao meu presente e tenha muita esperança no meu futuro.
1 Amo o SENHOR, porque ele ouve a minha voz e as minhas súplicas.
2 Porque inclinou para mim os seus ouvidos, invocá-lo-ei enquanto eu viver.
3 Laços de morte me cercaram, e angústias do inferno se apoderaram de mim; caí em tribulação e tristeza.
4 Então, invoquei o nome do SENHOR: ó SENHOR, livra-me a alma.
5 Compassivo e justo é o SENHOR; o nosso Deus é misericordioso.
6 O SENHOR vela pelos simples; achava-me prostrado, e ele me salvou.
7 Volta, minha alma, ao teu sossego, pois o SENHOR tem sido generoso para contigo.
8 Pois livraste da morte a minha alma, das lágrimas, os meus olhos, da queda, os meus pés.
9 Andarei na presença do SENHOR, na terra dos viventes.
10 Eu cria, ainda que disse: estive sobremodo aflito.
11 Eu disse na minha perturbação: todo homem é mentiroso.
12 Que darei ao SENHOR por todos os seus benefícios para comigo?
13 Tomarei o cálice da salvação e invocarei o nome do SENHOR.
14 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo.
15 Preciosa é aos olhos do SENHOR a morte dos seus santos.
16 SENHOR, deveras sou teu servo, teu servo, filho da tua serva; quebraste as minhas cadeias.
17 Oferecer-te-ei sacrifícios de ações de graças e invocarei o nome do SENHOR.
18 Cumprirei os meus votos ao SENHOR, na presença de todo o seu povo,
19 nos átrios da Casa do SENHOR, no meio de ti, ó Jerusalém. Aleluia!
Muito obrigado, meu Deus, porque não me deixas esquecer do que me livraste no passado, para que eu dê o devido valor ao meu presente e tenha muita esperança no meu futuro.
terça-feira, setembro 27, 2005
segunda-feira, setembro 26, 2005
Deus esqueceu de ti (um improviso a partir da foto abaixo)

Não consideravas ninguém
O mundo era teu palco
Onde te divertias
De tudo que existia
Era feito o teu banquete
Nada sobejava à satisfazer teu prazer
Respeito era algo ultrapassado
A ninguém devias consideração
Vivos ou mortos
Teu ponto fraco gritou
Débil ficaste
Procuraste por Deus, cadê?
Este esqueceu de ti
Porque esqueceste Dele primeiro
Achavas que Ele precisaria de ti?
O mundo era teu palco
Onde te divertias
De tudo que existia
Era feito o teu banquete
Nada sobejava à satisfazer teu prazer
Respeito era algo ultrapassado
A ninguém devias consideração
Vivos ou mortos
Teu ponto fraco gritou
Débil ficaste
Procuraste por Deus, cadê?
Este esqueceu de ti
Porque esqueceste Dele primeiro
Achavas que Ele precisaria de ti?
Assinar:
Postagens (Atom)



